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Desvio do Besa

Acusados de desviar dinheiro do Besa devem ficar presos

O ex-liquidante do Banco Econômico (Besa), Flávio Cunha, e o servidor aposentado do Banco Central (Bacen) Roberto Silveira de Moraes continuarão presos. Eles são acusados de participar de esquema de desvio de dinheiro do Banco Econômico e já foram condenados. O pedido de liminar em Habeas Corpus foi negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Humberto Gomes de Barros.

Flávio Cunha, juntamente com o assistente de liquidação Edésio de Castro Alves, o auditor aposentado da Receita Federal Francisco de Assis Vaz Guimarães, o procurador do Bacen José Carlos Zanforlin e a advogada Sebastiana Lúcia de Oliveira foram condenados pela 17ª Vara Federal baiana por gestão fraudulenta. A acusação é a de que desviaram mais de R$ 12,7 milhões do Besa por meio de um contrato celebrado com a empresa Vaz Guimarães Advogados Associados.

Flávio Cunha e Roberto Silveira de Moraes são acusados de participar de um esquema criminoso que causou prejuízos financeiros de mais de R$ 4,4 milhões ao Banco Econômico. Dessa vez, o desvio ocorreu por meio da contratação da empresa Moraes Sistemas e Informações para um falso planejamento tributário.

Ao negar a liminar, o ministro Humberto Gomes de Barros aplicou a Súmula 691 do Supremo Tribunal Federal, segundo a qual não compete ao STJ conhecer de Habeas Corpus ajuizado contra decisão do relator sobre negativa da liminar em instância anterior.

HC 110.765

Revista Consultor Jurídico, 14 de julho de 2008, 11h50

Comentários de leitores

1 comentário

hehehe, quem mandou não ter contato no stf.

Bob Esponja (Funcionário público)

hehehe, quem mandou não ter contato no stf.

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