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Rumo aos EUA

Procurador-geral dá parecer favorável à extradição de Abadia

O procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, deu parecer favorável ao pedido de extradição do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadia. Os Estados Unidos pediram a extradição do colombiano pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e por assassinato. O pedido será analisado pelo Supremo Tribunal Federal.

Antonio Fernando entende que o pedido atende os requisitos para extradição. Os crimes têm correspondência na lei brasileira, não prescreveram e não têm caráter político. Para que a extradição ocorra, os EUA devem se comprometer a não aplicar a pena de prisão perpétua ou a pena de morte.

Apesar de Abadia concordar com a extradição, o procurador-geral lembra que o entendimento do Supremo é que essa concordância é juridicamente irrelevante, porque os direitos do extraditando devem ser garantidos.

Abadia foi preso em agosto do ano passado e responde a um processo por lavagem de dinheiro na Justiça brasileira. Se for extraditado, deixa de responder ao processo no Brasil, mas a ação continua porque outras pessoas estão envolvidas. Outra possibilidade é a de que a entrega do traficante seja adiada até que a Ação Penal seja julgada.

Revista Consultor Jurídico, 7 de fevereiro de 2008, 20h46

Comentários de leitores

3 comentários

Será que já não temos bastantes vagabundos come...

Zerlottini (Outros)

Será que já não temos bastantes vagabundos comendo à nossa custa, pelas prisões, por este país afora? Ainda temos de sustentar mais este? Tem mais é que extrtaditar o cara - de preferência, a nado! Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.

Se o Brasil mal e mal tem condições de manter o...

Marcio (Estudante de Direito)

Se o Brasil mal e mal tem condições de manter o Beira Mar imagine então esse mega traficante.

Compreendo as razões do Sr. Procurador Geral. ...

Zito (Consultor)

Compreendo as razões do Sr. Procurador Geral. Mais, o traficante nunca teve pena do ser Humanos que foi induzido ao consumo. Portanto, à Justiça americana é que deve fazer a devida aplicação da lei.

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