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Crime passional

Estudante acusado de matar namorada a facadas continua preso

O estudante Orlando Pereira de Sousa Filho, acusado de matar a ex-namorada com 16 facadas, continuará preso. Foi o que decidiu a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O assassinato ocorreu em julho deste ano, na cidade-satélite de Gama (DF) e foi testemunhado por uma amiga da vítima. A prisão preventiva do estudante foi decretada dias depois e ele foi capturado na casa de sua tia.

A defesa de Orlando impetrou habeas-corpus no STJ, depois da decisão desfavorável ao acusado proferida pelo Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal. O TJ manteve a prisão por considerar que há "veementes indícios" de que Orlando tenha sido o autor do crime.

O advogado do estudante argumentou que, o ato foi um gesto tresloucado de "um jovem de 19 anos, possuído de ciúme doentio, não se conformando em ser abandonado pela namorada mais experiente, e sob forte emoção, ao saber que sua mulher havia passado a noite com outro homem".

Ao negar o habeas-corpus o relator do processo, ministro Jorge Scartezzini, afirmou que, "é grave a natureza da conduta que é imputada a ele, mormente considerado o modus operandi, configurando crime capitulado como hediondo".

Revista Consultor Jurídico, 9 de novembro de 2000, 0h00

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