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Prática de gestão processual será premiada no Innovare 2020

A edição 2020 do Prêmio Innovare conta com uma nova categoria para premiação: a CNJ/Gestão Judiciária. Neste ano, vão concorrer as iniciativas sobre “Gestão Processual” que compõem o Portal de Boas Práticas do Poder Judiciário. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (11/3) na Portaria 48/2020 do Conselho Nacional de Justiça.

Divulgação Instituto Innovare

Para participar, os tribunais interessados precisam cadastrar as práticas no Portal até 12 de abril. As propostas devem seguir critérios como eficiência, qualidade, criatividade, exportabilidade, satisfação do usuário, alcance social e desburocratização. Também é necessário que tenham sido implementadas há, no mínimo, um ano, a partir da data do cadastramento. As ações serão analisadas pela equipe técnica do Departamento de Gestão Estratégica do CNJ e aprovadas pelo Plenário do Conselho, para posteriormente serem encaminhadas no Prêmio Innovare. No máximo, dez práticas serão enviadas.

O Portal de Boas Práticas do Poder Judiciário foi criado pelo CNJ por meio da Portaria 140/2019. O objetivo é promover, divulgar e compartilhar inciativas de sucesso desenvolvidas no âmbito da Justiça. Nele, as iniciativas são reunidas em doze eixos temáticos: Gestão Processual; Desburocratização; Gestão Documental; Transparência; Planejamento e Gestão Estratégica; Sustentabilidade e Acessibilidade; Gestão de Pessoas; Governança de Tecnologia da Informação e da Comunicação; Conciliação e Mediação; Combate à Violência Doméstica; Sistema Carcerário, Execução Penal e Medidas Socioeducativas; e Acesso à Justiça e Cidadania.

Com o Portal, o CNJ busca a criação de um ambiente colaborativo e de incentivo à inovação, com a construção de soluções criativas e que proporcionem melhor aproveitamento de recursos no âmbito do Poder Judiciário. Além de divulgar iniciativas vitoriosas entre tribunais, magistrados e servidores, a ferramenta também incentiva a replicação e compartilhamento de ações de sucesso produzidas por servidores da Justiça brasileira.

Prêmio Innovare
O Prêmio Innovare tem o objetivo de identificar, divulgar e difundir práticas que contribuam para o aprimoramento da Justiça no Brasil. Participam das Comissão Julgadora do Innovare ministros do STF e STJ, desembargadores, promotores, juízes, defensores, advogados e outros profissionais de destaque interessados em contribuir para o desenvolvimento do Poder Judiciário. O Conselho Superior do Prêmio é composto por representantes pelas associações mais representativas do mundo jurídico. Desde 2004, já passaram pela comissão julgadora do Innovare mais de cinco mil práticas, vindas de todos os estados do país. As inscrições para as demais categorias da 17ª edição do Innovare estão abertas até o dia 5 de maio. Com informações da assessoria de imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 11 de março de 2020, 12h40

Comentários de leitores

1 comentário

A 17 ª edição do Prêmio Innovare (TEMA: LIBERDADE )

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.
Quero congratular-me com os organizadores da 17ª Edição do Prêmio Innovare, com a defesa da liberdade como tema. O objetivo identificar, premiar e difundir práticas que contribuem para aumentar a qualidade da prestação jurisdicional e modernizar a Justiça brasileira. O Brasil está batendo todos recordes de desempregados: quase 13 milhões de desempregados, dentre eles, cerca de 400 mil cativos e/ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo MEC, jogados ao banimento, sem o direito ao primado do trabalho, num verdadeiro desrespeito à dignidade da pessoa humana. Como esses cativos vão conseguir pagar empréstimos do FIES se não tem direito ao primado do trabalho? Como vão conseguir experiências de três anos para ingresso na magistratura? Se estão impedidos pelos mercenários da OAB do LIVRE EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ADVOCACIA CUJO TÍTULO UNIVERSITÁRIO HABILITA? Vamos parar de pregar “fake news” (o medo o terror e a mentira ) vamos dar um basta à exploração dos bacharéis em direito (advogados). Está na hora de substituir a escravidão moderna da OAB, por estágio supervisionado/ Residência Jurídica. Seria de melhor alvitre inserir esses cativos no mercado de trabalho, gerando emprego e renda, dando-lhes cidadania, dignidade, ao invés de coloca-los atrás das grades por exercício irregular da profissão? Se os condenados pela justiça têm direito à reinserção social, incluindo os advogados condenados pela lava-jato, por quê os condenados ao desemprego pela OAB, não têm direito ao primado do trabalho? "A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Já não escravos. Mas irmãos.Papa Francisco

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