Consultor Jurídico

Festa interrompida

Mulher que pisou em prego em evento de Carnaval será indenizada

Por 

O consumidor que fica privado de parte dos festejos de Carnaval por sofrer dano decorrente da má prestação de serviço das empresas organizadoras do evento tem direito à indenização por dano moral.

Foliona pisou em um prego exposto e teve que interromper os festejos em Salvador
Wikipedia

Com base nesse entendimento, a 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal condenou uma empresa a indeniza uma foliona feriu o pé ao pisar em prego exposto no “Camarote Salvador”, na Bahia.

A mulher alegou que precisou ser levada a um hospital particular para tratar da lesão e que, por isso, perdeu os ingressos adquiridos para o evento.

Em sua defesa, a empresa afirmou ter contratado outra empresa para prestar assistência médica nas dependências do camarote a todos os participantes do evento. A produtora também alega que prestou atendimento à autora após o incidente e que orientou a foliona a receber vacinação o mais rápido possível.

O colegiado entendeu que o acidente sofrido caracterizou defeito na prestação de serviço e determinou o pagamento de R$ 3 mil a autora por danos morais.

Clique aqui para ler o acórdão




Topo da página

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 16 de fevereiro de 2020, 9h54

Comentários de leitores

1 comentário

Dano Reflexo

Dr. Paulo Henrique Fernandes de Souza (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Neste caso em que atuei em conjunto com o Dr. Vinicius Arouck, ainda foram arbitrados os danos morais reflexos em R$1.000,00 ao namorado da autora, que prestou auxílio à companheira.

Comentários encerrados em 24/02/2020.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.