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TJ-SP cria comissão para estudar renegociação de contratos financeiros

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Com a proximidade do fim do contrato com o Banco do Brasil, que envolve os depósitos judiciais, a folha de pagamento e outros serviços bancários, o Tribunal de Justiça de São Paulo criou uma Comissão Gestora dos Contratos de Recursos Financeiros, que será comandada pelo presidente da corte, desembargador Manoel Pereira Calças.

De acordo com portaria publicada nesta quarta-feira (17/7) no Diário da Justiça Eletrônico, a criação da comissão se justifica pela importância e complexidade das negociações dos contratos financeiros com o Banco do Brasil e, também, porque a renegociação dos contratos terá reflexos econômico-financeiros para as próximas gestões do tribunal.

ReproduçãoTJ-SP criou comissão para gerir e renegociar contratos financeiros da corte

Além disso, argumenta o TJ-SP, a contrapartida realizada pelo Banco do Brasil é essencial para os investimentos em tecnologia, o pagamento de indenizações e benefícios dos servidores do Poder Judiciário. O contrato vence em agosto.

Nos últimos meses, o presidente Pereira Calças se reuniu com executivos de vários bancos, como Bradesco, Itaú e o próprio Banco do Brasil, em busca do melhor negócio para o tribunal. O TJ-SP tem a maior quantidade de depósitos judiciais entre todos os tribunais do país, além de aproximadamente 68 mil contas salários de servidores e magistrados (ativos e inativos).

Integrantes da comissão
Além do presidente, compõem a comissão o vice-presidente do TJ-SP, desembargador Artur Marques, o Corregedor Geraldo Francisco Pinheiro Franco, os desembargadores José Maria Câmara Junior, Luís Francisco Aguilar Cortez e Marcelo Fortes Barbosa Filho, o juiz assessor da presidência Leandro Galluzzi dos Santos, e o juiz da 1ª RAJ Regis de Castilho Barbosa Filho.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 17 de julho de 2019, 13h40

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