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Eleição OAB

Alberto Campos e Osvaldo Serrão disputam a presidência da OAB do Pará

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Os advogados Alberto Campos e Osvaldo Serrão disputam a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil do Pará, encabeçando os grupos “OAB segue em frente” e “Avante OAB”, respectivamente. As eleições da seccional acontecerão no dia 28 de novembro.

Alberto Campos e Osvaldo Serrão disputam o pleito deste ano na OAB-PA.
Divulgação

Alberto Campos é candidato à reeleição. Para o pleito deste ano, sua chapa traz como vice a advogada Cristina Silvia Alves Lourenço, doutora em Direito Penal pela Universidade de Sevilha. O grupo recebeu o número 10.

Sua diretoria mantém Eduardo Castro como secretário–geral e indica Antônio Monteiro de Britto (secretário adjunto) e André Serrão Pinheiro (tesoureiro).

Concorre à presidência da Caixa de Assistência dos Advogados do Pará Oswaldo Coelho Filho, e é indicado para vice Francisco Freitas. Para o Conselho Federal são apresentados como membros efetivos: Afonso Lobato, Bruno Souza e Jader Kahwage David.

Já a chapa de oposição do criminalista Osvaldo Serrão, que é responsável pela estruturação da Escola de Oratória de Júri em Belém, conta com a vice-presidência de Eduardo Corrêa Pinto Klautau. O grupo recebeu o número 29.

Para a diretoria são indicados: Haroldo Gaia Pará (secretário-geral), Carla Ferreira Zahlouth (secretária adjunta) e Sérgio Leite Cardoso Filho (tesoureiro).

No Conselho Federal são apresentados para membros efetivos: Antônio Bernardes Filho, Jeferson Bacelar e Maria Bessa de Castro. A Caixa de Assistência dos Advogados será comandada por Sávio Lacerda Lima (presidente) e Jalvo Arantes Granhen (vice). 




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Revista Consultor Jurídico, 12 de novembro de 2018, 9h29

Comentários de leitores

1 comentário

respeitem o primado do trabalho

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. “A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Antes da Promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisas, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao trabalho análogo a de escravos, o jabuti de ouro da OAB, o famigerado, concupiscente, caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas. Não há tortura aceitável. Isso é Brasil, país dos desempregados e dos aproveitadores que lucram com o desemprego dos seus cativos. Nesse cariz, que liberdade é essa que decorrido todo esse tempo (197º da Independência, 130º da República, 130º da abolição da escravidão),ainda hoje o país depara com a vergonhosa escravidão moderna de uma elite que não aceita a ascensão de filhos de pessoas humildes nos quadros da advocacia? Sendo obrigados a submeter ao pernicioso exame caça-níqueis da OAB, ou seja serem obrigados a decorar cerca de 181 mil leis, haja vista que nesse certame não existe conteúdo programático, não existe fiscalização do Ministério Público Federal, bem como do TCU, uma prova calibrada não para medir conhecimentos e sim para reprovação em massa. Quanto maior reprovação maior o faturamento dos mercenários e ainda manter sua reserva indecente de mercado? Criam-se dificuldade para colher facilidades, triturando sonhos e diplomas, gerando fome, desemprego, depressão, síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo, e outras doenças psicossociais .

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