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Não mudar

Professores, alunos e funcionários preferem que Direito da Uerj fique no campus

Em votação feita neste sábado (12/5), a maioria dos alunos, técnicos e professores da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro votou para que a instituição permaneça junto ao campus e não seja transferido para o centro da cidade do Rio de Janeiro. Foram 68 votos de técnicos e docentes a favor de ficar e 64 a favor de mudar. Já entre os alunos foram 824 a favor de ficar e 468 a favor de mudar.

Prós e contras 
Um dos patronos da ideia de se mudar é o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, a medida seria o melhor caminho para que a instituição mantenha seu protagonismo no Brasil.

Barroso é um dos oito professores da Uerj que estão articulando a transferência da faculdade de Direito para o antigo prédio do Tribunal de Alçada e do Júri, que fica na rua Dom Manuel. O grupo é composto pelos também ministro do STF Luiz Fux e pelos juristas Anderson Schreiber, Carmen Tibúrcio, Daniel Sarmento, Gustavo Binenbojm, Gustavo Tepedino e Paulo César Pinheiro Carneiro.

Mas a ideia é criticada. Outro grupo de docentes afirmou que o isolamento da entidade faria com que professores e alunos desperdiçassem a chance de conviver com outras realidades acadêmicas e sociais. Além disso, eles avaliaram não ser legítimo que um pequeno grupo esteja negociando mudança tão grande sem ouvir a comunidade acadêmica. O professor Nilo Batista disse que uma mudança neste momento de crise passaria uma imagem de indiferença aos professores, servidores e alunos dos demais cursos.

Revista Consultor Jurídico, 12 de maio de 2018, 13h57

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