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Medidas cautelares

Justiça do Rio revoga prisão de 41 PMs acusados de colaborar com tráfico

A Justiça do Rio de Janeiro revogou, nesta segunda-feira (18/12), a prisão preventiva de 41 policiais militares acusados de receber propina de traficantes na cidade de São Gonçalo e em Cordovil, zona norte da capital fluminense.

A juíza da Auditoria da Justiça Militar do Rio de Janeiro, Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, permitiu que 32 PMs que atuavam em São Gonçalo ficassem em prisão domiciliar. Eles só poderão sair de casa com autorização judicial. Os policiais são acusados de receber propina do tráfico, que chegaria a R$ 1 milhão por mês, além de venda de armas para 41 comunidades de São Gonçalo.

Além disso, a 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu Habeas Corpus a nove policiais militares suspeitos de auxiliarem o Comando Vermelho a retomar o controle da comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, na zona norte do Rio.

Os desembargadores substituíram as prisões preventivas por medidas cautelares alternativas, como a obrigação de comparecer mensalmente à Justiça e a proibição de frequentar a Cidade Alta. Os policiais ainda deverão atuar apenas em funções administrativas no Batalhão de Olaria.

Revista Consultor Jurídico, 19 de dezembro de 2017, 12h23

Comentários de leitores

4 comentários

Tudo sob controle do CRIME ORGANIZADO

adv__wgealh (Advogado Autônomo - Ambiental)

"puliça", juiz, "merrticimo", "tudo controlado", "tudo na santa paiz", que está no comando de tudo é o crime organizado.
O resto é piada.
TODOS OS CRIMINOSOS (na versão do cidadão que paga imposto e tenta ser honesto) DEVERIAM RESPONDER POR SEUS CRIMES NA CADEIA COMUM.
Mas... como diz um comentário. CADEIA A EXCESSÃO, a liberdade para o crime é a regra. INFELIZ paisinho brasilis.
"Se gritar pega ladrão... não fica um, meu irmão"

Senhor Car.Borges (Bacharel

Professor Edson (Professor)

Mas prisão preventiva são indícios mesmo, ninguém fica preso preventivamente com o processo transitado em julgado, nesse caso a prisão se torna cumprimento da condenação.

Indícios de autoria

Car.Borges (Bacharel)

Professor Edson são indícios somente a condenação não ocorreu ainda, a exceção é a prisão não a regra.

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