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Consultoria institucional

Publicação analisa candidatos a presidente, a governador e ao Senado

A edição de setembro da revista Eleições 2014, da consultoria institucional Patri, faz uma comparação entre os programas de governo dos três principais candidatos à Presidência da República, aos governos estaduais e ao Senado. Além disso, a revista traz os dados da segunda parcial de arrecadação de cada candidato e a relação dos coordenadores de campanha de cada presidenciável.

De acordo com a publicação, o segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) (foto), candidata à reeleição, e Marina Silva (PSB) “parece a cada dia mais inevitável”. O que a primeira tem a seu favor, diz a Patri, são “políticas sociais de grande alcance e tempo de TV”. A segunda tem “a simpatia dos descontentes com a política e encarna o fim da polarização entre PT e PSDB”. Aécio Neves (PSDB) “parece não ter recursos para voltar à disputa”.

A Patri faz duas pesquisas de intenção de voto, uma provocada e uma não provocada.Na provocada, Dilma aparece com 28% das intenções e Marina, com 24%. Na consulta provocada, Dilma recebe 36% das intenções e Marina, 33%. Empate técnico nas duas possibilidades. Aécio aparece com 10% das intenções de voto na primeira pesquisa e 15% na segunda.

Já no segundo turno, Dilma aparece com 47% das intenções de voto e Marina com 43%. Entretanto, Dilma amarga uma rejeição de 33% dos eleitores, enquanto Marina é mal vista por 18% deles. Tudo segundo os levantamentos da Patri, com base nas pesquisas do Datafolha.

Nesta edição, a consultoria também faz uma análise da segunda parcial da arrecadação de cada comitê, de acordo com as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral. O PT aparece na frente, com R$ 123,8 milhões arrecadados. Os principais doadores são a empreiteira OAS (R$ 20 milhões), o frigorífico JBS (R$ 15 milhões) e a também empreiteira Andrade Gutierrez (R$ 10 milhões).

O PSDB é o segundo maior arrecadador, e declarou ter conseguido R$ 52 milhões. Os mesmos doadores aparecem como os principais. Andrade Gutierrez colaborou com R$ 8 milhões, e OAS e JBS com R$ 5 milhões cada.

Marina Silva (foto), do PSB, foi a que menos arrecadou até agora, registrando R$ 19,6 milhões. Recebeu R$ 6 milhões da JBS, R$ 2,6 milhões de Eduardo Campos (que era o candidato do PSB, mas morreu num acidente de avião) e R$ 1,75 mihão da Copersucar.

Propostas
O único que fala em qualquer coisa relacionada ao Judiciário em seus programas é Aécio Neves, que defende a “diminuição do contencioso judicial na esfera do trabalho”. Dilma Rousseff promete universalizar o Simples Nacional e “reduzir o custo tributário para aumentar produtividade”.

Aécio pretende unificar os impostos, corrigir a tabela do Imposto de Renda e unificar os cadastros de pessoas físicas e jurídicas. Marina quer desonerar as cadeias produtivas, e não os “bens finais de consumo”. Além disso, defende reforma no sistema tributário — e portanto reforma constitucional — para “fortalecer e assegurar maior autonomia aos estados e municípios”. Também defende não incidência do IOF sobre empréstimos e a redução de impostos sobre faturamento de empresas.

Clique aqui para ler a revista.

Revista Consultor Jurídico, 16 de setembro de 2014, 16h00

Comentários de leitores

2 comentários

Banca de negócios

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Política e poder, verdadeira banca de negócios empresariais que nem mesmo as igrejas evangélicas e seus figurões resistiram a tal sedução.

Publicação incompleta!

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não são só “políticas sociais de grande alcance e tempo de TV”. Também há inquestionável experiência em mentir e nomear corruptos para seus cargos de confiança.

Comentários encerrados em 24/09/2014.
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