Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Trabalho voluntário

Magistrados aposentados atuam como voluntários em conciliações no DF

Magistrados aposentados atuaram, como voluntários, em conciliações promovidas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Brasília (Cejusc/BSB) e do Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação (Nupemec). 

Durante os dias 21 e 22 de agosto, atuaram nas conciliações os desembargadores Lecir Monoel da Luz, Edmundo Minervino e José Wellington Medeiros de Araujo, além dos juízes Jaime Marchesi, Heloisa Helena Duarte Pimentel, Maria Rita Senne Capone, Iran de Lima, Flávio di Pilla e Ronaldo Pinheiro Rocha.

Para a semana de trabalho no tribunal, foram selecionados 156 processos, da primeira e da segunda instâncias de todas as circunscrições do Distrito Federal, do banco Santander e de rito sumário de varas cíveis. As ações, em sua maioria, são revisionais. 

Com a iniciativa, o TJ-DF se une a outros tribunais que já fazem conciliação e mediação com a participação de magistrados aposentados. Essa prática é bastante utilizada em outros países, como os Estados Unidos. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

Revista Consultor Jurídico, 1 de setembro de 2014, 19h03

Comentários de leitores

7 comentários

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

Rêmolo Letteriello (Juiz Estadual de 2ª. Instância)

Comentário ofensivo removido por violar a política do site.

Como vai ficar?

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

O TJ/SP está formatando uma remuneração aos conciliadores e mediadores.
Como é que vai ficar a questão da complementação de remuneração, acaso o projeto seja aprovado e os magistrados continuem o labor até agora voluntário?

Voluntários

Cassandra Baldessar (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Prezados colegas, eu juro que li na reportagem a palavra VOLUNTÁRIOS, ou estou enganada?
E pelo que me consta, para trabalhar, ainda que como conciliador ou até juiz leigo (aqui no RS) se faz uma prova, não é qualquer um que é chamado para esta função, que não é um emprego, pois não é regido nem pela CLT e nem é cargo público por não ser concursado. Até mesmo porque, saber mediar também é requisito, não adiantaria nada um "dois de paus" parado olhando enquanto as partes tentam um acordo... Por favor, vamos ser menos analfabetos funcionais (que não entendem o que lêem) e vamos dar crédito a iniciativas como estas.
E, só para constar, AMO fazer acordos!

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 09/09/2014.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.