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Eleições no exterior

Brasileiros de 29 países já votaram para presidente neste domingo

Até as 12h30 deste domingo (26/10), eleitores brasileiros no exterior de 29 países — dos 89 onde há votação, além de Hong Kong, região administrativa da China — já votaram. No exterior, a votação começou às 17h (horário de Brasília) desse sábado (25/10) com os eleitores brasileiros que moram em Wellington, na Nova Zelândia. Em seguida, votaram os eleitores que vivem na Austrália, no Japão, Timor Leste, em Cingapura, nas Filipinas, em Hong Kong, na Indonésia, Malásia, China e em Taiwan. Os últimos a votar serão os brasileiros que residem em São Francisco, nos Estados Unidos. Lá, a votação começa às 13h — horário de Brasília — deste domingo.

Segundo o TSE, mais de 350 mil eleitores foram cadastrados pela Justiça Eleitoral para votar para presidente da República fora do Brasil. O maior colégio eleitoral brasileiro no exterior fica nos Estados Unidos, onde há mais de 112,2 mil eleitores cadastrados em dez cidades. As maiores concentrações estão em Miami (22.294), Nova York (21.240) e Boston (18.181).

Os eleitores devem comparecer à seção no segundo turno, mesmo que não tenham votado no primeiro. Caso não votem, precisam justificar a ausência. O voto no exterior também é obrigatório, e a justificativa deve ser encaminhada ao consulado brasileiro mais próximo da residência do eleitor.

Quem mora fora do país está sujeito a punições impostas pela lei brasileira, caso não vote ou justifique a ausência. A Justiça Eleitoral adverte que uma delas pode complicar a vida de quem mora fora do Brasil: a impossibilidade de renovação do passaporte, enquanto não for regularizada a situação. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 26 de outubro de 2014, 13h38

Comentários de leitores

1 comentário

Democracia de fachada

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Acabei de ver que uma colega advogada foi impedida de votar pelo Partido dos Trabalhadores porque eles colocaram a sessão de votação em um local inacessível a ela, que está com os 2 pés quebrados. Eles possibilitam que o sujeito lá na Cochinchina (supostamente) vote, mas quem está aqui e é potencial eleitor do Partido de oposição não.

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