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Jurisprudência do STJ

Cabe Agravo Regimental contra decisão que negou recurso especial

O Agravo Regimental é o instrumento que deve ser usado para contestar decisão que negou a interposição de recurso especial. Por isso, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça julgou procedente uma reclamação interposta contra decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O TJ-DF havia se negado a apreciar o agravo.

Segundo o relator da matéria na Corte Especial, ministro Marco Buzzi, a tese foi consolidada no STJ no julgamento do Agravo de Instrumento 1.154.599/11. O Ministério Público, em parecer, seguiu a mesma linha, considerando “discrepante a decisão do tribunal de origem em relação à jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça”.

O TJ-DF havia negado o seguiomento da ação porque, segundo o presidente da corte, o Agravo Regimental só caberia contra decisão individual em suspensão de segurança.

Segundo o TJ-DF, a interposição desse agravo constituiria “erro grosseiro e inescusável”, não sendo, portanto, possível aplicar o princípio da fungibilidade recursal.

Para a Corte Especial do STJ, no entanto, o erro estaria no não ingresso com o agravo. Ficou determinado, assim, que o tribunal local terá de julgar o recurso. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

Rcl 15.151

Revista Consultor Jurídico, 17 de junho de 2014, 19h39

Comentários de leitores

3 comentários

Bem entendido...

Maria Lima (Advogado Autônomo)

o agravo regimental se deveu ao fato de o especial se fundar em tese já consagrada em repetitivo.

o feitiço contra o feiticeiro.

wilhmann (Advogado Assalariado - Criminal)

veja o que acontece no cotidiano dos tribunais brasileiros: comete-se barbárie de forma arraigada. Caso deixe passar in albis as sandices elas acabam se tornando norma padrão, e de forma normativa, por isso deve-se recorrer para que elas não se perpetuem. na verdade os julgadores querem a todo custo " limpar" suas gavetas sem se importar com o direito, com a lei...Precisamos de juízes e não de charlatões travestidos de magistrados...

“erro grosseiro e inescusável”

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O Tribunal vai ter que julgar o “erro grosseiro e inescusável”. Vai ser interessante o resultado!

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