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Novos nomes

STJ define lista tríplice para vaga de ministro Castro Meira

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A vaga aberta no Superior Tribunal de Justiça com a aposentadoria do ministro Castro Meira vai ser decidida entre os desembargadores Luiz Alberto Gurgel de Faria, Néfi Cordeiro e Ítalo Fioravante Mendes. A lista tríplice foi votada nesta quarta-feira (20/11) pelo Pleno da corte.

Gurgel de Faria — do Tribunal Regional Federal da 5ª Região — e Néfi Cordeiro — do TRF da 4ª Região — foram escolhidos em primeiro escrutínio com 23 e 19 votos, respectivamente. Em segundo escrutínio, disputaram Ítalo Mendes — do TRF-1 —, que recebeu 16 votos, e Messod Azulay — do TRF-2 —, que teve 14. Na segunda votação, o primeiro venceu por 17 votos a 14.

Luiz Alberto Gurgel de Faria ingressou como juiz da Justiça Federal em 1993. Em 2000, foi promovido a desembargador do TRF-5. Já Ítalo Mendes tomou posse como desembargador em 1998, pelo quinto constitucional. Néfi Cordeiro foi diretor do Foro da Seção Judiciária do Paraná em 1998 e 1999 e, atualmente, atua na 6ª Turma do TRF-4.

Ao todo, concorreram à vaga 11 nomes: José Amilcar de Queiroz (6 votos); Maria do Carmo Cardoso (5 votos); Mairan Maia (4 votos); Antônio Carlos Cedenho (2 votos); Poul Erik Dyrlund (2 votos); Carlos Muta (1 voto); e Therezinha Cazerta (1 voto).

Os três nomes escolhidos serão encaminhados à presidente Dilma Rousseff, que definirá o próximo ministro do STJ.

 é editor da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 20 de novembro de 2013, 19h18

Comentários de leitores

1 comentário

José Arimatéa - Juiz de Direito

José Arimatéa (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Faz anos que venho batendo nesta tecla de que há necessidade de individualizar-se o Planejamento Estratégico dentro do Judiciário, por Unidade Judiciária, o que permite a perfeita identificação dos problemas e da capacidade de Gestão de cada Magistrado. Cheguei a elaborar e por em prática um Planejamento Estratégico para minha Vara, no período de 2008-2010, mas o próprio Sistema Judiciário, impondo-me cumulações de outras Varas e Comarcas impediu que atingisse 100% de minhas metas. Acobertado de razão o articulista. Digo mais, meu diagnóstico é que o Sistema Judiciário, em especial a falta de conhecimento da Alta Administração dos Tribunais acerca da realidade de cada Unidade Judiciária de 1º Grau, é o maior empecilho para as melhorias gerais no primeiro grau de jurisdição. E o que é pior, hodiernamente, e o CNJ está se tornando pródigo nessa prática, o Sistema tem valorizado excessivamente o Juiz Cientista e o Juiz Estrela em detrimento do Juiz Operário. O que é puro contrasenso, pois é deste último que precisamos para maior eficiência, celeridade e eficácia da Justiça de 1º Grau.

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