Consultor Jurídico

Entrevistas

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Notas Curtas

Mackenzie quer traje obrigatório para aulas de Direito

Por 

Caricatura: Pedro Canário - Colunista [Spacca]Quarenta anos depois de a USP banir a obrigação de gravatas no campus da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, a Faculdade de Direito do Mackenzie decidiu relembrar os velhos tempos. Dois alunos foram expulsos da sala de aula por terem comparecido de bermudas e chinelos. Para o professor, não são trajes adequados para assistir a uma aula. Não existe, por regra, traje obrigatório no Direito Mackenzie, mas boatos dão conta de que esta seja a intenção da direção.

Direito Canônico
O cardeal D. Odilo Pedro Scherer fundou, nesta terça-feira (20/3), a União dos Juristas Católicos de São Paulo (Ujucasp). O objetivo é “afirmar os princípios cristãos católicos na atividade judiciária, administrativa e legislativa do Estado, bem como difundir a doutrina social da igreja, desde o direito à vida até questões de Justiça Social”. Outra ideia do cardeal é que a nova entidade seja um espaço para realizar discussões de natureza jurídica que tenham repercussão religiosa.

Almoço palestra
A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, almoça no Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) nesta sexta-feira (23/3). No evento, falará sobre a Justiça e os precatórios, tema que tem acirrado diferenças no estado, principalmente no Tribunal de Justiça.

Curso novo
O Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp) realizou nesta terça-feira (20/3) o primeiro curso de capacitação de mediadores e conciliadores, nos moldes da Resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça. Foi um curso de introdução aos princípios e técnicas da mediação e conciliação, duas formas extrajudiciais de resolver conflitos que têm desafogado a demanda da Justiça.

Direito literário
O advogado Luiz Kignel lança nesta terça-feira (20/3) o livro A morte tudo resolve. Apesar do título jurídico sugestivo, trata-se de um romance, o primeiro no estilo. A narrativa, que em alguns trechos toma contornos de autobiografia, conta a história de Thomas Lengik, um advogado de causas familiares que se vê “no centro de um redemoinho de acontecimentos” envolvendo um testamento. O lançamento é na Livraria da Vila do Shopping Higienópolis, em São Paulo, e vai até às 22h. Hoje, Kignel está terminando seu segundo romance, A morte não toca violino.

Obra coletiva
O Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) convida para o lançamento do livro Desafios da Constituição: Democracia e Estado no Século XXI, organizado pelos professores José Ribas Vieira e Flávia Martins de Carvalho. Trata-se de uma obra coletiva que traz artigos dos grupos que participaram do III Fórum de Grupos de Pesquisa em Direito Constitucional e Teoria do Direito. No lançamento, que será no dia 10 de abril, a professora Maria Tereza Sadek, do Departamento de Ciência Política da UPS, proferirá palestra.

Vídeo aulas
Até esta sexta-feira (23/3), o site G1, da Rede Globo, publicará uma série de vídeos sobre a segunda fase do Exame de Ordem. Além de dicas e macetes, dois professores explicarão as características mais importantes da prova e tratar dos temas jurídicos mais recorrentes ao exame.

Lei de drogas
A Escola da Defensoria Pública de São Paulo (Edepe) promove nesta quinta-feira (22/3) o seminário “Reflexões sobre a Lei de Drogas e a atuação da Defensoria Pública”. Também será inaugurado o Banco de Injustiças, site que reunirá histórias de vidas afetadas por decisões do Judiciário na aplicação da Lei de Drogas. O site é www.bancodeinjusticas.com.br.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 20 de março de 2012, 19h53

Comentários de leitores

6 comentários

Viver de aparências

Wagner Göpfert (Advogado Autônomo)

Tem gente que vive de aparências e acha que por isso é o tal, que ninguém vê que por debaixo dela existe um desqualificado. Não é o traje de um estudante que determina seu interesse, sua dedicação aos estudos ou o respeito que nutre ao professor e aos colegas. Ao contrário, vê-se primeiro que é inteligente neste país tropical e respeita a si próprio. Não adiante ostentar o título de magistrado e ser corrupto, nem ser defensor de prerrogativas e ser um pelego. Aliás, o professor é, por um acaso, juiz de direito? Ou nesta reportagem também vige o segredo de justiça? - http://wagnergopfert.blogspot.com.br/

Referente à última nota:

Mário (Advogado Autônomo)

O site correto é ".org.br"
http://www.bancodeinjusticas.org.br

US CORONÉ E OS DOTÔ ...

MSRibeiro (Administrador)

Vivemos em um país tropical, chamado "República das Bananas", onde a tupiquinizada tenta imitar o "Common Law" ou qualquer outra babozeiraida imposta pelos nossos colonizadores (não foram só os portuga que nos colonizaram !!!!). No Japão, por exemplo, país do dito primeiro mundo, já está instituído o uso de roupas mais casuais para executivos em geral no verão, de forma que, os prédios e repartições acabam por economizar mais dinheiro evitando o uso excessivo de ar-condicionado. Agora, é claro que devemos imitar aquilo que "us americanu" fazem, pois para quem é colonizado, é chique ficar parecido com eles e como o texto da mensagem informa, vamos voltar aos tempos em que se chamava qualquer um que possuía determinada posição social de "dotô" ou "coroné".

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 28/03/2012.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.