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Viagens e despesas

Presidente do Supremo espanhol renuncia

Carlos Dívar, presidente do Conselho Geral do Poder Judiciário e do Tribunal Supremo espanhol, não atua mais nos dois órgãos. A renúncia foi comunicada, nesta quinta-feira (21/6), durante um sessão plenária extraordinária. Ele é a quarta autoridade da Espanha em ordem de importância. As informações são do portal Terra.

No sábado (16/6), o presidente de Judiciário espanhol disse que adotaria uma decisão "precisa e contundente" sobre seu futuro, após a polêmica por suas diversas viagens de fim de semana contabilizadas como despesas oficiais. Diante disso, o presidente do CGPJ admitiu que a situação no órgão estava "insustentável". As viagens de Dívar foram objeto de denúncia do membro do CGPJ, José Manuel Gómez Benítez, que a apresentou perante a Procuradoria Geral do Estado.

A renúncia será feita oficialmente pelo vice-presidente do Conselho, Fernando de Rosa. Pelo regimento, ele assume a Presidência do Conselho de forma interina até a nomeação de um novo candidato.

Juízes e advogados eleitos pelo Parlamento e nomeados pelo rei da Espanha esperam que o CGPJ recupere a credibilidade e confiança dos cidadãos.

Revista Consultor Jurídico, 21 de junho de 2012, 18h19

Comentários de leitores

3 comentários

Brasil

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Além disso, prezado Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório), ele iria propor algumas ações penais e de ressarcimento contra aqueles que o denunciaram, e receberia uma bolada de indenização, zoando da cara de todos com as condenações penais que iriam ocorrer.

Questão cultural

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Na China, ANTES de ler o discurso de renúncia, previamente anexado a uma procuração para que outra pessoa o fizesse, ele seria baleado na nuca, em praça pública, e o valor da munição cobrado da família.No Japão,ele leria o discurso de renúncia do cargo com uma automática colocada em seu bolso e, depois,suicidaria. Nos EUA, além da renúncia iria para a cadeia e teria que restituir, ao erário público tudo o que gastou com viagens de caráter pessoal. Na Espanha, como noticiado,perdeu o cargo e levará a pecha de malandro que se deu mal. No BRASIL, bem... a coisa é um pouco diferente. Ele diria que fez isso apenas algumas vezes; que os outros também fizeram, mas que promete não mais roubar o erário. Após isso, E PERDOADO, tiraria férias para se livrar do estresse, aproveitando mais essa oportunidade (a última -já que ele prometeu-)para viajar de graça para as Bahamas.

Vergonha na cara

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Bom, na Europa parece que alguns ainda tem vergonha na cara. Por outro lado, aqui...

Comentários encerrados em 29/06/2012.
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