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Retorno provisório

Rosinha Garotinho retorna à prefeitura de Goytacazes

Depois de conseguir no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro liminar para permanecer no cargo, a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho, voltou ao comando da prefeitura. Ela recebeu o cargo nesta segunda-feira (3/10) do presidente da Câmara de Vereadores, Nelson Nahim, em reunião fechada. A manutenção de Rosinha à frente da prefeitura foi garantida por decisão liminar do desembargador federal Sergio Schwaitzer, que também suspendeu a inelegibilidade imposta ao marido da prefeita, deputado federal Anthony Garotinho. Proferida na última sexta-feira (30/9), a liminar é válida por 30 dias.

No dia 28 de setembro, a juíza de primeira instância da Justiça Eleitoral de Campos, Gracia Cristina Moreira do Rosário, cassou por três anos os diplomas da prefeita e do vice-prefeito Arthur de Souza Siqueira, por abuso de poder econômico. A juíza decidiu ainda que tanto Rosinha como seu marido ficariam inelegíveis por três anos, a contar da eleição de 2008.

Segundo a assessoria de Rosinha, ela teve uma audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, nesta segunda-feira. Ela também foi ao Congresso Nacional, acompanhar as negociações em torno da votação do veto à Emenda Ibsen, que permitia a distribuição igualitária dos royalties do petróleo entre estados produtores e não produtores.

Rosinha acompanha ainda a 12ª Reunião do Grupo de Trabalho das Capitais e Grandes Cidades, do Ministério da Educação, que debaterá o novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020 e vai discutir com autoridades do governo federal detalhes sobre a revitalização do Aeroporto de Campos. O Conselho da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) aprovou a devolução do Aeroporto Bartholomeu Lizandro ao município de Campos, no dia 30 de agosto. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 3 de outubro de 2011, 20h10

Comentários de leitores

1 comentário

ETA BRASIL UTÓPICO

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Por estas bandas do planeta azul, realmente tudo parece utopia. Como pode uma decisão soberana e calcada em provas ser simplesmente cassada por uma "liminar"? Ou eu não entendi a matéria, ou ela esta muito mal posta e redigida. De qualquer forma, o casal de "meninos" vem sendo investigado há tempos, e quando finalmente são colocados de frente ao muro, eis que surge um "camarada" com toga de cores mais escuras para livrá-los das consequências dos seus atos (nefastos). É lamentável, mas isso é Brasil, a bananeira utópica do planeta.

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