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Casa própria

Mutirão recuperou R$ 367,7 milhões para habitação

Com 20 mil audiências feitas, o mutirão de conciliações para renegociar dívidas com o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) recuperou R$ 367,7 milhões para o sistema. Foram celebrados 7.471 acordos entre mutuários e Caixa Econômica Federal, nos cinco Tribunais Regionais Federais do país.

“Os recursos financeiros arrecadados com esses acordos voltam a alimentar o Sistema Financeiro da Habitação, permitindo o financiamento de novas moradias”, afirmou a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça.

O esforço para solucionar processos que se arrastam há 30 anos se concentrou nos núcleos e centrais de conciliação, implantados nos TRFs em cumprimento à Resolução 125 do CNJ, que instituiu, em 2010, a Política Nacional de Conciliação. 

De acordo com o balanço da Corregedoria Nacional de Justiça, apresentado nesta quarta-feira, o TRF-1 fez 6.369 audiências de conciliação, superando a meta que era de 5.528. O TRF-2, por sua vez, promoveu 3.138 audiências, acima das 2.897 previstas. No TRF-3, foram 3.578 audiências, e o Tribunal se comprometeu a alcançar as 5.293 previstas até fevereiro de 2012. Já o TRF-4 fez 3.383 audiências, ultrapassando a meta de 3.030. No TRF-5, houve 3.536 audiências, superior à meta de 3.254. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 8 de dezembro de 2011, 15h35

Comentários de leitores

1 comentário

UM EXEMPLO A SER SEGUIDO

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Infelizmente esse exemplo da CEF não é seguido por alguns Bancos, principalmente os estrangeiros, tipo HSBC, que não tem o menor compromisso com o caráter social do empréstimo habitacional e não abre qualquer possibilidade de composição do saldo devedor para que o mutuário possa honrar o contrato. Aliás, não respeita nem mesmo as cláusulas que ele mesmo formulou (adesão) e nem a forma com que o financiado se comprometeu relativamente à sua renda.
Tem o prazer mórbido de triturar a decência, esmagar famílias com as constantes ameaças de tomada do imóvel, enfim, apenas enxerga os cifrões, não permitindo qualquer possibilidade para que o mutuário cumpra o contrato DA FORMA COM QUE FOI FIRMADO.
Lamentavelmente, esse estado de coisas passa ao largo dos governantes e responsáveis pelo crédito imobiliário, submetendo famílias à insensatez do sistema financeiro.

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