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Intenções de votos

OAB-PI pede investigação de institutos de pesquisas

A OAB do Piauí pediu que o Ministério Público Federal investigue os institutos de pesquisa pública no estado. Para o presidente da OAB piauiense, Sigifroi Moreno Filho, houve indução do eleitorado ao erro. As pesquisas eram referentes as intenções de voto dos eleitores piauienses. Mas no último dia 3 de outubro, os números nas urnas tiveram diferenças superiores a 10 pontos percentuais em relação ao mostrados pelos institutos de pesquisa.

Para o presidente da OAB-PI, a disparidade não se trata de margem de erro, mas um desacerto evidente, passível de indução a erro e de interferência no processo eleitoral. "Alguns institutos agiram de forma, no mínimo, irresponsável, para não dizer criminosa", acredita Sigifroi.

Para fundamentar as alegações, a OAB encaminhou ao MPF documentos, dentre eles matérias jornalísticas, que comprovam a ocorrência de discrepâncias entre os números de diversos institutos de pesquisas do Piauí e os que realmente se confirmaram no dia da eleição. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-PI.

Revista Consultor Jurídico, 9 de outubro de 2010, 18h02

Comentários de leitores

1 comentário

o primeiro passo

joão gualberto (Advogado Autárquico)

Todo apoio à OAB do Piauí ! É preciso dar um basta a esse escracho à cidadania que se chama pesquisa eleitoral, hoje sabemos deslavadamente pesquisa "eleitoreira" de facções políticas. Não raro custeadas indiretamente com dinheiro público. Não há mais nenhum constrangimento em praticar esse delito frente a uma sociedade sem leis efetivas, com poderes contaminados pela demagogia, corrupção e ganância de cargos a qualquer preço. Parabéns à OAB e aos advogados decentes e conscientes deste país !

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