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Contratação suspensa

Adiado concurso dos Correios por tempo indeterminado

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) resolveu adiar, por tempo indeterminado, o concurso público dos Correios, que seria realizado no dia 28 de novembro. Os candidatos que desistirem de participar do concurso vão receber de volta a taxa de inscrição. As informações são da Agência Brasil.

O processo de contratação da Fundação Cesgranrio, que iria aplicar as provas do concurso dos Correios, foi suspenso por determinação da 5ª Vara da Justiça Federal em Brasília. O Ministério Público Federal no Distrito Federal também recomendou que o concurso fosse anulado e que as taxas de inscrição dos candidatos fossem devolvidas. Alegou que outras empresas organizadoras de concursos sequer foram consultadas para apresentar propostas.

A ECT apresentou, no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, recurso contra a decisão que suspendeu o procedimento de contratação. Mas como não há prazo suficiente para a realização das provas na data prevista, “com qualidade e segurança necessárias”, a empresa resolveu adiar os exames.

“Em obediência aos princípios constitucionais que regem a administração pública e buscando garantir a plena transparência na condução do assunto, todas as informações serão amplamente divulgadas oportunamente”, diz a nota divulgada pela ECT.

Mais de 1 milhão de pessoas se inscreveram para participar da seleção, que oferece 6.565 vagas. O presidente dos Correios, David José de Matos, afirma que a estatal consultou outras empresas para organizar o concurso público da entidade e nega favorecimento à Fundação Cesgranrio, que foi contratada sem licitação para fazer o concurso.

Revista Consultor Jurídico, 13 de novembro de 2010, 0h45

Comentários de leitores

1 comentário

Os serviços do Correio (ECT) já foram melhores...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Nunca experimentei tanto problema quanto tenho sofrido ultimamente com os serviços, outrora bons, agora precários do Correio (ECT). Impressiona a quantidade de correspondência que não chega ao destino, mas é extraviada atualmente. E quem paga o prejuízo? Costumo comprar livros para entrega por via postal. Entre 2002 e 2009 suportei quatro extravios. Só em 2010 já sofri nada menos do que seis extravios. Quando é que vão retomar a excelência do serviço de outrora?
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito e doutorando pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

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