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Acidente de trânsito

Suspeito de matar defensora pública geral é preso

O psicólogo Eduardo Henrique Paredes do Amaral, de 32 anos, foi preso na 10ª Delegacia Distrital de João Pessoa (PB) por ser o suspeito de ter causado a morte da Defensora Pública Geral da Paraíba, Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima. No momento do acidente, na manhã deste domingo (24/1), Amaral dirigia uma pick-up Mazda a 100 quilômetros por hora e apresentava sinais de embriaguez. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e negou que teria avançado no sinal vermelho. O carro da defensoria pública geral foi atingido pelo do psicólogo.

O presidente da Seccional da OAB da Paraíba, Odon Bezerra, informou que a entidade criou uma comissão para acompanhar as investigações sobre a morte da defensora. "Queremos evitar que novas Fátimas morram no trânsito paraibano de forma tão estúpida, por causa de motoristas irresponsáveis, que não respeitam o direito à vida."

A defensora pública já ocupou o cargo de juíza substituta do Tribunal Regional Eleitoral, assumindo o cargo de titular daquela corte durante o período de 2005/2007. Foi conselheira da OAB-PB no triênio 2007/2009 e ocupava o cargo de Defensora Pública do Estado desde 1982. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB Federal.




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Revista Consultor Jurídico, 26 de janeiro de 2010, 21h32

Comentários de leitores

1 comentário

morte lamentável

daniel (Outros - Administrativa)

A morte foi lamentável e é de se externar os pësames.
Por outro lado é simples que se evitem novos acidentes de transito, nem precisa de comissáo.Basta a OAB e a Defensoria orientarem a seus clientes que SEMPRE façam o exame de embriaguez e ainda confessem que beberam bebida alcóolica.
Basta emiterem uma Nota Pública orientando a todos, advogados públicos e privados, bem como seus clientes, a fazerem o exame de alcoolemia e a confessarem.

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