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Pesar da classe

OAB-SP vai ajudar em inquérito de morte de advogado

A morte do advogado Jaime Marangoni, na última quinta-feira (22/10), ainda deixa perplexos os colegas de classe. Ex-conselheiro seccional e membro da Comissão de Defesa do Consumidor da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, Marangoni foi assassinado em sua própria casa na cidade de Rio Claro (SP). Nesta sexta (23/10), o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D´Urso, afirmou estar chocado com o crime.

O suspeito do crime, um rapaz de 29 anos, foi reconhecido pelo filho do advogado, que abriu a porta da casa ao cliente do pai. O acusado está detido na Penitenciária de Itirapina.

“Lamento profundamente a perda precoce de um eminente colega, que tantas contribuições trouxe para a classe. A advocacia paulista está de luto. Os dados iniciais do crime apontam para uma execução, provavelmente em decorrência do exercício profissional. Esse fato amplia, ainda mais, a indignação de todos os advogados do estado, que se irmanam com os colegas rioclarenses para repudiar esse ato brutal de violência”, afirmou D’Urso.

D’Urso designou a Comissão Especial de Acompanhamento de Inquéritos dos Advogados Assassinados da OAB-SP para colaborar com as investigações e o inquérito policial. “Esse crime  atingiu um advogado, uma liderança da advocacia e toda a nossa classe”, disse.

Jaime Marangoni era natural de Rio Claro, tinha 61 anos e formou-se em Direito em 1973 pela Faculdade de Direito de São Carlos. Especializou-se em falências e concordatas. O enterro aconteceu às 15 horas desta sexta, no Cemitério Parque das Palmeiras. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-SP.

Revista Consultor Jurídico, 24 de outubro de 2009, 0h05

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