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Barrado nas eleições

MPE-SP quer saber quais colégios não dão acesso para deficientes

A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo convoca os eleitores com deficiências físicas, momentâneas ou não, que tiveram dificuldades de acesso aos locais de votação nas eleições de domingo (5/10) a relatarem a sua situação. As informações devem ser enviadas por e-mail.

A idéia da Procuradoria é mandar, antes do segundo turno, recomendação ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo para que essas pessoas possam votar no andar térreo ou que outro tipo de acesso a seção seja oferecido aos deficientes, idosos e gestantes.

Muitos deixaram de votar porque não conseguiram chegar ao andar de suas seções. O procurador Roberto Livianu, do Ministério Público de São Paulo, foi um dos que não conseguiram votar. Ele está de muletas por conta de um problema no joelho, não conseguiu chegar ao andar de sua seção e não havia a possibilidade de votar no térreo.

“O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo me impediu de votar. Me sinto humilhado, desprezado pela Justiça Eleitoral. Fui barrado na festa de democracia brasileira”, disse.

Livianu está afastado de suas funções desde que fez a cirurgia no joelho. Mesmo assim disse que vai preparar uma representação e encaminhar ao procurador eleitoral para que alguma medida seja tomada. Ele está preocupado com o segundo turno. “O meu voto vale muito.”

Revista Consultor Jurídico, 6 de outubro de 2008, 20h43

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