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Ranking de notícias

Absolvição de Thales Schoedl é a notícia mais lida na ConJur

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A notícia mais acessada desta semana na revista Consultor Jurídico foi a absolvição do promotor Thales Schoedl. Na quarta-feira (26/11), o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, por votação unânime, absolveu o promotor, acusado de homicídio e tentativa de homicídio. O texto teve 5.535 acessos desde que foi publicado e ganhou 201 comentários. Já num período de sete dias, a revista teve 587.949 visitas, um pouco mais que 34 mil acessos em relação à semana anterior: 553.515. A mediação é feita pelo Google Analytics.

O site teve visitantes de 76 outros países. Na lista dos 10 países que mais visitaram a revista, os Estados Unidos aparecem na primeira posição com 1.605 mil acessos. Na seqüência vem Portugal com 1.045. Ocupam as demais posições Reino Unido, Alemanha, Espanha, Argentina, França, Japão e Itália. Um acesso foi registrado no Afeganistão.

Três é bom — Poliamorismo

Outra decisão, desta vez de Rondônia, também ganhou atenção dos leitores desta página. Com 4.092 mil acessos, o reconhecimento de união estável e casamento ao mesmo tempo, ficou em segundo lugar no ranking das mais acessadas. O juiz Adolfo Naujorks, da 4ª Vara de Família da Capital, determinou a divisão dos bens de um homem entre ele, a esposa com quem era legalmente casado, e a companheira, com quem teve filhos e conviveu durante 29 anos.

Reação Judicial

Na terceira posição, com 3.617 acessos, ficou o texto que narra a multa da União por apresentar recurso protelatório no Superior Tribunal de Justiça. A decisão foi dada pelo ministro Mauro Campbell Marques. De acordo com a reportagem, em atitude rara nos julgamentos, o ministro multou a União nos primeiros Embargos de Declaração opostos contra o pagamento de uma indenização.

Mauro Campbell entendeu que ficou claro que o objetivo do recurso não era o de esclarecer qualquer ponto da decisão, mas apenas adiar o pagamento da indenização.

Outras posições

O julgamento no Supremo do recebimento de denúncia contra o ministro afastado do STJ, Paulo Medina, rendeu uma série de reportagens do site, inclusive algumas que foram parar na manchete. Boa parte delas tratava de questões processuais, que geraram vivos debates entre os ministros ao tratar das preliminares do julgamento. No entanto de todas os textos publicados sobre o julgamento, o que mais mereceu a atenção dos leitores foi a carta do ministro Medina, publicado com exclusividade pela Conjur, em que ele dá sua opinião sobre o caso e clama inocência:Não sou juiz de sentenças vendidas, diz Paulo Medina.

Também estão no ranking das mais lidas as notícias: Banco é responsável por cheque sem fundo de correntistas; Advogado que perdeu prazo é condenado por danos morais, Protógenes volta ao trabalho na PF mas perde o cargo; STJ discute desistência de recurso por conveniência e

Recorde de acessos

A terça-feira (25/11) registrou o recorde de visitas na semana. Foram 51.957. Na ocasião, a ConJur publicou o texto sobre a decisão descrita acima, do “poliamorismo”, a multa dada pelo STJ contra a União, o sumiço de drogas, armas e cigarros de apreensões feita pela PF e calamidade pública em Santa Catarina, dentre outras notícias e artigos.

Foram manchetes também nesta semana


— Promoção de juízes provoca trombada entre TJ do Rio e CNJ — Mandato do governador da Paraíba é cassado pelo TSE — Não cabe princípio da bagatela para menor infrator — Plano de saúde não pode limitar número de consultas e exames — Parceiros de união estável têm direitos iguais na partilha de bens — Protógenes volta ao trabalho na PF mas perde o cargo —Juiz suspende indiciamento de acusados por acidente da TAM — Congresso discute prós e contras da repatriação de capitais — Deputado diz que Ajufe se confundiu ao falar de grampo — Supremo se abre para parcerias com outras cortes do mundo


Resultado do caos

A forte chuva que cai há mais de 50 dias no estado de Santa Catarina, levou os Tribunais superiores a suspenderam os prazos processuais dos processos vindos de lá, em virtude da decretação de estado de emergência no estado. Segundo a Defesa Civil, 99 pessoas morreram, 19 estão desaparecidos e 80 mil desalojados e desabrigados. Cidades estão isoladas. Os municípios de Benedito Novo, Blumenau, Brusque, Camboriú, Gaspar, Ilhota, Itajaí, Itapoá, Luis Alves, Nova Trento, Rio dos Cedros e Rodeio são os mais atingidos.Estão suspensos também os prazos nos tribunais do estado.

Balanço

Nas últimas três semanas, as notícias que lideram o ranking foram as mais pitorescas: Desembargadora acusada de assédio; Destempero entre juiz e promotor e Prisão de juíza e policial no Paraná.

Leia os 10 textos mais acessados da semana

Legítima defesa — Thales Schoedl é absolvido da acusação de homicídio.

Três é bom — Juiz admite união estável e casamento simultâneos.

Reação judicial — Ministro do STJ multa União por recurso protelatório.

Cheque voador — Banco é responsável por cheque sem fundo de correntistas.

Erro crasso — Advogado que perdeu prazo é condenado por danos morais.

Recurso repetitivo — STJ discute desistência de recurso por conveniência.

Posto perdido — Protógenes volta ao trabalho na PF mas perde o cargo.

Direito pelo telefone — Pelo celular, advogado distribui análises trabalhistas.

Tarja de ladrão — Não sou juiz de sentenças vendidas, diz Paulo Medina.

Preço da honra — Tocantins indenizará desembargador com R$ 1,5 milhão.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 30 de novembro de 2008, 11h11

Comentários de leitores

9 comentários

Andar armado é um direito funcional de juízes e...

E. COELHO (Jornalista)

Andar armado é um direito funcional de juízes e promotores, não importa o local ou o horário, é um direito que pode ou não ser exercido. Esse mesmo direito foi retirado da população honesta e ordeira. Atualmente para o cidadão de bem é praticamente impossível obter um porte de arma. Penso que se todos andassem armados ninguém ficaria mexando com as mulheres, estejam elas acompanhadas ou não. Também não haveria arruaceiros e baderneiros de plantão prontos para desrespeitar os demais e além disso a bandidagem não iria agir tão à vontade. Legítima defesa é um direito inalienável do ser humano, mas parece que alguns não aceitam isso, principalmente grande parte da imprensa e os esquerdistas. Paciência! Lamentavelmente somos uma nação de covardes, na qual a regra é ficar quietinho e abaixar a cabeça para os agressores, bandidos e malfeitores.

Me desculpem os 'demais' é fora dos meus propós...

futuka (Consultor)

Me desculpem os 'demais' é fora dos meus propósitos de vida imaginar que ATIRAR com uma arma de fogo contra diversas vezes contra alguem que se encontra mesmo em 'gang' completamente desarmado no meu entendimento é CRIME. DESARMADO é todo aquele que não porta qualquer tipo de armamento, até mesmo pedra, pedaço de pau, estilingue, estilete, canivete, etc.. O que leva alguem a atirar dessa forma em outrem, contra tudo e todos que estão a sua frente = Houve aí a fuga alucinada e uma COVARDIA em excesso, na minha singela opinião!

A voz da sabedoria: "ConJur — O Supremo tem ...

Directus (Advogado Associado a Escritório)

A voz da sabedoria: "ConJur — O Supremo tem sido bastante criticado por querer garantir direitos fundamentais de quem a sociedade já taxa como criminoso? Bandeira de Mello— Nesse episódio do Daniel Dantas, o ministro Gilmar Mendes agiu muito bem. Não é possível passar por cima de direitos e garantias individuais. A imprensa gosta de vender jornal e, quase sempre, toma o lado errado. A população, então, acredita ingenuamente que a imprensa serve para informar e dizer a verdade. Não é. Ela quer é ganhar dinheiro. É uma atividade empresarial como qualquer outra. Mas a nossa população, infelizmente, é bastante idiota ainda."

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