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Baderna na sede

Justiça manda manifestantes desocupar prédio da Petrobras no Rio

A Justiça ordenou que manifestantes do Sindicato dos Petroleiros e do Movimento dos Sem Terra desocupem o prédio-sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro. Liminar concedida pelo juiz Leonardo de Castro Gomes, da 17ª Vara Cível da Capital determinou a reintegração de posse do prédio à estatal.

"A liberdade de manifestação política não pode ser exercida de forma absoluta a obstar outros direitos constitucionalmente previstos”, ressaltou Castro Gomes. “No caso, abstraindo-se da legitimidade do movimento de cunho claramente político, é certo que a ocupação que se fez do prédio da Petrobras vem inviabilizando a própria atividade laborativa de seus funcionários, em detrimento dos valores sociais do trabalho, previsto como princípio fundamental de nossa República.”

Os manifestantes protestavam contra a realização da 10ª Rodada de Licitações de Áreas Exploratórias da Agência Nacional do Petróleo. Segundo a decisão, os manifestantes deverão manter uma distância mínima de 15 metros daquele edifício.


Revista Consultor Jurídico, 18 de dezembro de 2008, 19h58

Comentários de leitores

2 comentários

Considero um absurdo precisar acionar a Justiça...

E. COELHO (Jornalista)

Considero um absurdo precisar acionar a Justiça para retirar baderneiros que invadiram uma empresa, bastaria chamar a polícia. Polícia é para manter a ordem, usando o monopólio da força que o Estado detém com exclusividade. Entretanto, o Poder Executivo não quer exercer a sua autoridade com medo da imprensa. Explico: A polícia ao agir precisa ser firme e aplicar a força necessária, prender alguns mais exaltados, etc. Isto os governantes não querem, "não é politicamente correto", blá, blá, ou seja, pura covardia ou conivência com os baderneiros. Como resultado temos o Poder Judiciário cada vez mais congestionado e os baderneiros livres, soltos e atuantes. Brevemente precisaremos mudar a frase inserida no pavilhão nacional para: DESORDEM E DECADÊNCIA, ou então, LIBEROU GERAL!

Alguém corrija o erro de concordância do subtít...

Directus (Advogado Associado a Escritório)

Alguém corrija o erro de concordância do subtítulo, pelo amor de Deus...

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