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Pela ordem

Para OAB, STJ tem de preencher primeiro a vaga da advocacia

Por 

Requer, outrossim, seja oficiado o Senhor Presidente do Superior Tribunal de Justiça, na qualidade de representante do Tribunal, para prestar informações no prazo legal.

Dá à causa o valor de R$ 1000,00.

Brasília, 28 de abril de 2008.

Cezar Britto - OAB/SE 1190

Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil

Florindo Silvestre Poersch - OAB/AC 800

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Acre

Omar Coelho de Mello - OAB/AL 2684

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Alagoas

Washington dos Santos Caldas OAB/AP 289

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Amapá

Aristófanes Bezerra de Castro Filho OAB/AM 705

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Amazonas

Saul Venâncio de Quadros Filho - OAB/BA 2550

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Bahia

Estefânia Ferreira de Souza de Viveiros - OAB/DF 11694

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Distrito Federal

Antonio Augusto Genelhu Júnior - OAB/ES 1946

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Espírito Santo

Miguel Ângelo Cançado OAB/GO 8010

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Goiás

José Caldas Góis - OAB/MA 609

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Maranhão

Francisco Anis Faiad OAB/MT 3520

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Mato Grosso

Fábio Ricardo Trad - OAB/MS 5538

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Mato Grosso do Sul

Raimundo Cândido Júnior - OAB/MG 21209

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Minas Gerais

Ângela Serra Sales - OAB/PA 2469

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Pará

José Mário Porto Júnior - OAB/PB 3045

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Paraíba

Jayme Jemil Asfora Filho - OAB/PE 13455

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Pernambuco

José Norberto Lopes Campelo - OAB/PI 2594

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Piauí

Wadih Nemer Damous Filho - OAB/RJ 768-B

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Rio de Janeiro

Paulo Eduardo Pinheiro Teixeira - OAB/RN 1549

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Rio Grande do Norte

Cláudio Pacheco Prates Lamachia - OAB/RS 22356

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Rio Grande do Sul

Hélio Vieira da Costa - OAB/RO 640

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Rondônia

Paulo Marcondes Brincas - OAB/SC 6599

Vice-Presidente do Conselho Seccional da OAB/Santa Catarina

Márcia Regina Machado Melaré - OAB/SP 66202

Vice-Presidente do Conselho Seccional da OAB/São Paulo

Henri Clay Santos Andrade - OAB/SE 2000

Presidente do Conselho Seccional da OAB/Sergipe

Ercílio Bezerra de Castro Filho - OAB/69

Presidente do Conselho Federal da OAB/Tocantins

Reginaldo Oscar de Castro - OAB/DF 767

Membro Honorário Vitalício do Conselho Federal da OAB

Ernando Uchoa Lima - OAB/CE 905

Membro Honorário Vitalício do Conselho Federal da OAB

Sergio Alberto Frazão do Couto - OAB/PA 1044

Representante da Advocacia junto ao Conselho Nacional do Ministério Público

Valmir Pontes Filho - OAB/CE 2310

Conselheiro Federal da OAB/Ceará"

 é correspondente da Revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 28 de abril de 2008, 19h29

Comentários de leitores

4 comentários

Kelsen, você é juiz e não estudante de direito....

Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)

Kelsen, você é juiz e não estudante de direito. Crie você vergonha na cara e identifique-se como magistrado. Pare de ser covarde. Se você não sente vergonha de si, eu sinto por ti, pois tenho nojo só de imaginar que posso ser um jurisdicionado de juiz covarde como você que, para atacar a OAB e os advogados, teme se identificar, como se estivéssemos numa ditadura militar. Identifique-se, para responder perante a sua corregedoria por tudo que já falou da OAB e dos advogados no Conjur. Lógico, se você for homem para isso!

Rasguemos então a Constituição. Para que existe...

DIDI (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Rasguemos então a Constituição. Para que existe a democracia? O Poder Judiciário não é palco de vaidades e sim de decisões relevantes. Se nós da OAB, defendemos o quinto, é porque pensamos nos interesses da própria entidade de classe, bem como da sociedade. Senão não haveria representação de advogados naquela Corte. Da mesma feita o MP e a Magistratura. O STJ é também uma corte política, como o STF o é. Deve haver representantes das três classes para que haja harmonia nesse meio. Representantes da Magistratura (Judiciário), representantes do MP (função essencial à justiça) e representantes da OAB (função essencial à justiça). Não é pelo dinheiro. Os doutos advogados têm competência de auferir por mês mais de R$30.000,00, segundo anuário 2006 ( Guia dos maiores escritórios de advocacia do país).

Alto lá! Cezar Roberto Bittencourt é grande dou...

DIDI (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Alto lá! Cezar Roberto Bittencourt é grande doutrinador do direito penal. Doutor em direito penal e não fez doutorado na escola em que você estuda. Tem conhecimentos suficientes para assumir esse cargo de ministro. Você fala sem conhecimento de causa. Se toca! Não queira desmerecer os doutos e nobres advogados, comparando-os aos seus pensamentos mesquinhos. Muitos dos juízes que você afirma terem mais capacidade que os doutos membros da OAB, não possuem a metade da qualificação técnica e jurídica deles. Conheça primeiro para depois falar. Só porque o cara passou num concurso disputado como o da magistratura não é indicativo de que será bom e eficiente ministro. Cuidado com os seus comentários carregados de senso comum e sem bom senso. Na minha época o livro de Cézar Roberto Bittencourt era bem festejado e indicado como livro texto de direito penal, por essa razão acredito na capacidade dele. Detalhe, raramente indicaram livro de magistrados. Posso selecionar uma série de nomes de advogados capacitados e também falecidos, excelentes doutrinadores: Miguel Reale (nunca foi magistrado), Caio Mário Pereira da Silva (também não era magistrado), Orlando Gomes (pasme, não era magistrado), e outros tantos que eram advogados. Resumindo, é legítimo ter advogados eleitos pelo quinto para serem ministros sim. Depende do advogado, claro. Na minha opinião, acredito acertada a escolha da OAB. O STJ errou!

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