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Balão de ensaio

Policiais federais da Bahia paralisam suas atividades

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Os policiais federais da Bahia estão com suas atividades paralisadas, nesta terça-feira (15/4). Eles se dizem insatisfeitos com o tratamento dispensado pelos representantes do governo federal nas negociações referentes ao cumprimento do acordo para pagamento do percentual de 30%. Os servidores da PF estão concentrados na frente da Superintendência Regional do Órgão e nas Delegacias do interior do estado. A paralisação deve se estender por todo o dia. Somente os serviços considerados essenciais estão sendo mantidos.

O presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcos Vinício Wink, destaca que os colegas da Bahia têm total autonomia para fazer a mobilização de protesto. "A Federação tem um profundo respeito pelas decisões dos servidores que formam cada sindicato deste país", afirma o presidente.

Policiais federais e técnicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Justiça realizaram mais uma reunião no início da noite desta segunda-feira (14/5). O governo federal apresentou uma proposta de pagamento do reajuste acordado no ano passado, em duas parcelas. Conforme a proposta, o pagamento aconteceria em duas parcelas – a primeira em junho de 2008 e a segunda em junho de 2009. Na proposta anterior, o governo havia proposto pagar o reajuste em três vezes: 2008, 2009, 2010.

A Federação Nacional dos Policiais Federais e as demais entidades que representam os policiais federais propuseram o pagamento da recomposição salarial também em duas vezes. A primeira parcela seria paga a partir de janeiro de 2007 e a segunda em janeiro de 2008. Os técnicos dos Ministérios, mais a Casa Civil, devem examinar a proposta e novamente reunir com os policiais na próxima segunda-feira, 21.

Para o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Marcos Vinício Wink, a próxima reunião será decisiva para que o governo federal e os policiais cheguem a um consenso sobre a segunda parcela do reajuste. “Aceitamos receber o reajuste em duas parcelas desde que a primeira seja incorporada no contracheque dos policiais ainda este ano e retroativa a janeiro”, diz Wink.

Ele ressalta que o calendário de mobilização, que prevê a greve da Polícia Federal no próximo dia 22, está mantido. "No dia 22, durante a paralisação, a categoria irá analisar a proposta que o governo federal apresentará no dia 21", avisa.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 15 de maio de 2007, 16h19

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