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Luta contra proibição

ONG quer que islâmicos continuem a depor com turbantes nos EUA

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A ONG Relações Americano-Islâmicas quer que islâmicos continuem a depor usando túnicas ou turbantes. Freqüentemente, islâmicos têm sido impedidos de depor, nesses casos, por juízes americanos. A ONG quer levar o assunto ao debate. E, agora, está atrás de escritórios de advocacia na tentativa de brecar essas proibições. As informações são do site Findlaw.

A chave de partida para a discussão é o caso de Aniisa Karim, 20 anos de idade. Ela diz ter sido impedida de entrar na corte municipal da cidade de Valdosta, nos Estados Unidos, em 26 de junho passado porque usava túnica e turbante.

Ahmed Bedier, presidente da ONG, começou as negociações com os estados da Flórida e da Geórgia, onde têm ocorrido mais freqüentemente tais proibições. Ele quer que os islâmicos possam ir depor da maneira que bem entender. Em Detroit, uma mulher islâmica ajuizou ação, em fevereiro passado, por ter sido impedida de depor usando seu turbante.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 12 de julho de 2007, 17h08

Comentários de leitores

8 comentários

Ilmo Sr. Futuka, perdoe, mas acho que o Se...

Cissa (Bacharel - Administrativa)

Ilmo Sr. Futuka, perdoe, mas acho que o Senhor saiu do foco da minha observação e do que estava sendo tratado. Falávamos sobre ser “fanatismo” ou não, o uso de turbante. Acho que um turbante realmente não “agride” ninguém. “AGRIDE” o fato de termos trinta graus de temperatura e, usar-se terno e gravata (posicionamento meu). Costume europeu, cópias mal feita (mais uma, diga-se de passagem), e que se enraizou. Só. Quanto aos americanos, disse que são bregas e, continuava a me referir ao vestuário, apenas. Talvez... por considerar inoportuno para os costumes machistas dos latinos o uso de saias escocesas, ao menos na Irlanda, considerem o uso de calça, paletó, colete, gravata, e tudo mais que proteja do frio, bastante oportuno... Vejo neste um espaço para discussão e, obviamente, há considerações que podem ou não ser analisadas, foi o caso, ao definir como “fanatismo” parte de um vestuário, discutiu-se apenas o termo, adjetivar uma conduta cultural. Foi ai que o senhor se desviou, não só do texto mas, em especial, do que era tratado. Acredito que sua falta de atenção ocorreu por ser mais evidente o fanatismo religioso que se discute nos dias de hoje, mas essa discussão é macro e não estava, sequer, em pauta. Peço desculpas pelos eventuais erros de digitação, mas, realmente esse não é o meu objetivo primeiro, para o que se faz necessário, posso me considerar uma boa digitadora. Tento, ao menos, não me furtar ao uso dos acentos, mas pensarei em, eventualemnte, rever o que digito.

Ao ahmed opino pare agora e espere os "bons ven...

futuka (Consultor)

Ao ahmed opino pare agora e espere os "bons ventos", (after september eleven-9/11)tudo mudou nos EUA. Áhh,, quanto aos arabes eles vivem muito bem sem turbantes nos EUA.Concordo com o Trinchão e parcialmente com o Leocadio, no entanto Cissa vc precisa entender que ninguem AGREDE ninguem quando exige que seus costumes sejam equilibrados, daqui a pouco vão dizer que o americano é preconceituoso, pois, haverá revista no turbante para ver o que se carrega nêle(seria uma bomba..?!). Bem, imaginem os brasileiros usando saias como os escoceses, pô meu se liga maneh! O seu desprezo por uma nação que sequer respeita não a faz diferente dela que sequer sabe que tal polêmica seja instalada sem defesa,né!R.E.S.P.E.I.T.O. É uma via de mão dupla! No mais abraço sem turbante aos amigos.

Não considero fanatismo, não. Inclusive o ...

Cissa (Bacharel - Administrativa)

Não considero fanatismo, não. Inclusive o fanatismo é nosso e herdado. O terno e gravata são aberrações em países tropicais, isso sim é ser fanático. Morre-se de calor, mas usam o terno e a gravata. O turbante é parte de um vestuário típico e não agrede a ninguém (inclusive acho que é mais prejudicial àquele que usa, dado ao preconceito que se instalou contra árabes em geral, graças aos EUA). Cópias mal feitas como essas e que se fazem da maneira de viver de outros povos e se instalam, é que têm que ser pensadas e repensadas. Já chegamos ao ponto de considerar que americano não é brega. Eu conheço uns uns poucos, mas é pq moram aqui há tempos. Assistem a entrega do Oscar como filme de terror, principalmente quando aparecem os modelitos das atrizes... isso sim é fanatismo pelo gosto duvidoso. Já chegamos ao ponto de considerar que terno e gravata combinam com 30 graus de calor. Já consideramos discutir MORAL no senado e na câmara. Só falta o sexo dos anjos! Deixem as pessoas se vestirem como se sentem bem. Não estão agredindo a quem quer que seja e, segundo suas tradições, estão muito bem vestidos. Não estão escandalizando ninguém. Vamos é repensar o terno e gravata, isso sim é de um rídiculo genético. Camisa de mangas longas e uma calça social é o cabe no verão. O restante ds apetrechos ficam para o inverno.

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