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Mudou de idéia

General nos EUA muda de idéia e defende gays na carreira militar

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John Shalikashvili, general aposentado nos Estados Unidos, não é mais contra gays seguirem a carreira militar. Uma vez, frente ao staff do Pentágono, ele adotou a famosa prática do “não diga, não pergunte” – uma política para não tocar na questão da homossexualidade quando das perguntas básicas para admissão nas Forças Armadas. A informação é do site Findlaw.

John Shalikashvili, aposentado em 1997, após ter sido o militar de mais alta patente nos Estados Unidos, chegou a defender que “permitir homossexuais a servirem pode machucar a moral da tropa e ainda minar a coesão das unidades de combate”. Agora, mudou de opinião.

“Conversas com combatentes gays me mostraram como eles podem agora ser admitidos sem problemas”, escreveu John Shalikashvili em sua coluna do matutino The New York Times.

A atual política dos Estados Unidos, adotada juridicamente, é a de uma legislação aprovada no Congresso em 1993, após acalorados debates, pela qual gays e lésbicas só podem ser admitidos no serviço militar se mantiverem em sigilo suas orientações sexuais. Ou seja: comandantes não perguntam, homossexuais não revelam.

John Shalikashvili cita uma pesquisa patrocinada por Michael D. Palm Center, da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, que escutou 454 militares que serviram no Iraque e Afeganistão – três quartos deles se disseram homossexuais.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 4 de janeiro de 2007, 15h18

Comentários de leitores

6 comentários

A louca da generala se achou. Parabéns!

Armando do Prado (Professor)

A louca da generala se achou. Parabéns!

Nossa, a digitação está cada dia melhor! P...

Richard Smith (Consultor)

Nossa, a digitação está cada dia melhor! Primeiro, é "Ô" Caro Ivan Dario e não "O"; em segundo, é "fora" do quartel e não "forma" do quartel; em terceiro, é "exclusivo" e não "exclusive". É a idade!

O caro Ivan Dario: Um bom dia para você ...

Richard Smith (Consultor)

O caro Ivan Dario: Um bom dia para você também! Sim até poderia existir esse risco, pois estamos vivendo um período de relativismo moral e de inversão de valores completa. Mas veja, a questão não é bem essa. Sempre existiram homossexuais nas forças armadas. É próprio do genero humano. O problema é o "bandeirismo" próprio à militância gay e que num ambiente de hierarquia e disciplina dura, necessária para o adestramento para o combate e para a maior eficácia e o mínimo risco nas operações militares ser corroída, com risco de vida para todos e para as ditas operações. Simples assim. Agora, forma do quartel o camarada quer ter namorado, freqüentar sauna gay, desde com discrição, é um problema exclusive dele, de mais ninguém. Um abração a você e um feliz 2007.

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