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Apagão aéreo

Controladores de vôo acusados de motim são denunciados

O Ministério Público Militar denunciou seis controladores de vôos acusados de integrar o motim que parou o tráfego aéreo brasileiro, em 30 de março deste ano. Cinco controladores militares foram denunciados por motim, e o sexto controlador, civil, por incitamento. Os três supostos líderes do movimento tiveram arquivados os processos contra eles.

Segundo o MPM, o grupo ordenou os demais controladores que suspendessem todas as decolagens. Assim, causaram a maior paralisação das operações aéreas no país.

O Inquérito Policial-Militar já foi enviado para a Justiça Militar. A juíza Zilah Petersen tem 15 dias para aceitar as denúncias. Se isso acontecer, será aberto processo contra os controladores, que passarão a ser réus. Eles poderão cumprir prisão de até oito anos. Se condenados eles serão expulso da Aeronáutica. A pena máxima prevista para o crime de incitação é de seis anos.

Foram denunciados três suboficiais (Luiz Marques, José Tadeu Tavares e Floriano Salles); um primeiro-sargento (Roberto César Pereira); um segundo-sargento (Fábio Lima da Rocha); e o controlador civil Marco Aurélio de Carvalho Espíndola.

No dia 5 de julho, a Aeronáutica determinou a transferência de seis controladores de vôo do centro de controle de tráfego aéreo de Manaus (AM), o Cindacta-4, apontados como “lideranças negativas”.

Revista Consultor Jurídico, 10 de agosto de 2007, 20h07

Comentários de leitores

4 comentários

Esperamos que não apenas a Justiça Militar dê o...

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Esperamos que não apenas a Justiça Militar dê o tiro de misericórdia, mas que as pessoas e famílias prejudicadas por esses "servidores do mal" (será que há algum do bem?!? - com respeito aos do "bem") respondam as ações de responsabilidade civil também.

Calma Embira: Cheguei de Washington ontem ...

Richard Smith (Consultor)

Calma Embira: Cheguei de Washington ontem e, realmente, as filas na imigração são grandes, assim como para passar a bagagem nos aparelhos de raio-x. Dessa vez tive que tirar até o cinto e o maço de cigarros do bolso porque o papel laminado do maço fazia apitar a estrovenga. Paranóias da segurança (ou simples medidas para manter o povo atemorizado!). Mas, não vi nenhum vôo atrasando oito horas e nem gente chegando para o check-in sem saber se iria conseguir embarcar! Isso é exclusividade do (des)governo do Abortista/Excomungado sem-dedo! Um abraço

Para quem pensa que a crise aérea só atinge o B...

Embira (Advogado Autônomo - Civil)

Para quem pensa que a crise aérea só atinge o Brasil, é melhor ver o que está sendo publicado por aí. A mídia mostrou aeroportos americanos superlotados e gente dormindo nos salões. O site Opinião e Notícia publicou: “Caos aéreo na Inglaterra - Aeroportos ingleses - o inferno sobre asas. O medo e o ódio tornaram-se parte do verão inglês no aeroporto de Heathrow, o principal de Londres. As filas estão mais longas e um terço das decolagens está atrasado. Milhares de malas são perdidas todos os dias. Além disso, ainda existe ameaça de terrorismo e as antigas máquinas de detectores de metais. Heathrow é o pior aeroporto do mundo desenvolvido, e seus passageiros têm de enfrentar sua estrutura desorganizada. Os problemas no aeroporto aumentam os custos dos negócios na Grã-Bretanha e afastam os turistas. Nem todos os problemas no aeroporto são culpa da British Airways (BAA), que controla Heathrow, Gatwick, Stansted e outros quatro aeroportos na Grã-Bretanha. Durante décadas houve falta de investimentos e aumento do tráfico de passageiros. O aeroporto recebe 70 milhões de pessoas por ano, em estruturas preparadas para receber 45 milhões”. A diferença, talvez, é que nos EUA e na Inglaterra a mídia não seja tão facciosa e culpe só o governo pelos transtornos. Lá, acho que nem falam em “apagão aéreo”, nem criam CPI para fazer alarde sobre o que pode ser resolvido com seriedade e investimento.

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