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Justiça virtual

Brasil é o sétimo país em acesso ao Judiciário pela internet

O Brasil ocupa a sétima posição entre os países do continente americano que mais acessam o Judiciário pela internet. O levantamento foi feito pelo Ceja — Centro de Estudos de Justiça das Américas, instituição que se dedica a analisar as ações do Poder Judiciário. As informações são do site Espaço Vital.

O estudo avaliou as informações oferecidas através da internet pelos Tribunais de Justiça e Ministérios Públicos, além da facilidade de chegar até elas. Numa pontuação máxima de 100 pontos, o Brasil conseguiu 45,8 e repetiu o mesmo resultado da pesquisa feita há dois anos. Os Estados Unidos ficaram na primeira colocação, com 80,7 pontos. Cresceram 4,3 pontos em relação a 2004.

O Ceja também avaliou os tribunais: o desenho da hierarquia; a publicação de sentenças e as possibilidades de recurso. A nota obtida pelos tribunais vale 60% da final. Os brasileiros aparecem na sexta posição do ranking, com nota 86,8.

O Canadá e a Argentina foram os dois países que apresentaram, nos dois últimos anos, o melhor implemento qualitativo no setor. Os últimos colocados no ranking geral são Haiti, Suriname, Guiana e Bahamas, que não possuem sites com informações sobre o Poder Judiciário ou não as atualizam. O estudo não disponibiliza informações sobre em que áreas as páginas pecam para perder pontos.

Veja a classificação geral

1º) Estados Unidos

2º) Argentina

3º) Costa Rica

4º) México

5º) Perú

6º) Canadá

7º) Brasil

8º) Chile

9º) Colômbia

10º) Bolívia

(Fonte: Observatório Unesco).

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Revista Consultor Jurídico, 25 de setembro de 2006, 15h26

Comentários de leitores

1 comentário

O grande problema desses acessos é que existem ...

JFreitas (Delegado de Polícia Federal)

O grande problema desses acessos é que existem ainda alguns sites de Tribunais de Justiça e Federais que oferecem pouca informação. Alguns são muito como o TRF da 2ª Região, outros, os dados são tão poucos que o consultor fica sem saber como se encontra o processo. Portanto, para melhorar esse índice de acesso, os sites tem que fornecer mais informações.

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