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Ameaça interna

Estudo avalia risco de vazamento de informação corporativa

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O Instituto Ponemon acaba de divulgar novo estudo sobre vazamentos de informação sigilosas das empresas provocados por funcionários. Segundo o estudo, 78% das empresas americanas que usam computadores, incluindo escritórios de advocacia, estimam que seus empregados tenham vazado dados confidenciais.

O estudo intitulado "Pesquisa Nacional sobre Administração de Riscos Internos" foi patrocinado pela empresa ArcSight. Ele define como "ameaça interna" tudo aquilo que seja "o mau uso ou destruição de informação sensível ou confidencial, assim como do equipamento que armazena esses dados, por parte de empregados ou mão de obra temporária". Segundo o estudo, a ameaça interna "ocorre por erros humanos como enganos, negligência, comportamento errático e, em muitas vezes, sabotagem corporativa"

Esse estudo do instituto Ponemon é uma seqüência de pesquisa similar, realizada em outubro de 2005, chamada "O que o vazamento de dados custa à Companhia”, que revelou o custo de cada informação vazada da empresa.

Segundo o estudo cada linha de informação revelada indevidamente custa US$ 139,39 à empresa. A média anual de gastos corporativos para se evitar vazamentos é da ordem de US$ 3,4 milhões. A maioria das empresas, no entanto, investem menos de US$ 1 milhão em medidas preventivas.

Segundo esse novo estudo, "falta de recursos e lideranças torna difícil identificar as ameaças corporativas internas. Para 93% dos entrevistados, a culpa pelos vazamentos é a falta de recursos. Em outra sondagem, 80% põem a culpa na falta de liderança", revela o colunista do site americano de informação jurídica Findlaw, Eric Sinrod.

A pesquisa mostra ainda que 34% dos entrevistados atribuem os vazamentos à negligência dos empregados e 29% apontam como culpados os empregados temporários. As demais parcelas de culpabilidade são repartidas por "usuários privilegiados, parceiros eventuais e administradores".

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Revista Consultor Jurídico, 21 de setembro de 2006, 11h45

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