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Crime no Pará

Advogado mata promotor de justiça e diz que era perseguido

O advogado João Bosco Pereira Guimarães assassinou com um tiro o promotor de justiça do município paraense de Marapanin, cidade localizada a 150 km de Belém. O presidente da OAB do Pará, Ophir Cavalcante Júnior, enviou para o local a presidente da Subseção de Castanhal, Flávia Christina Maranhão.

João Bosco disse que matou o promotor porque vinha sofrendo perseguições em todos os processos em que atuava. O crime ocorreu nesta sexta-feira (22/11).

O presidente da OAB do Pará garantiu que a seccional vai adotar todas as medidas disciplinares para apurar o caso. “A Ordem dos Advogados do Brasil não concorda com qualquer tipo de violência e lamenta o ocorrido que não traduz a postura dos advogados paraenses. O fato constitui-se uma exceção que deve ser apurada e punida com rigor”, afirmou Cavalcante.

Revista Consultor Jurídico, 24 de novembro de 2006, 12h23

Comentários de leitores

32 comentários

p.s. O post abaixo destina-se aos intoxicados...

Richard Smith (Consultor)

p.s. O post abaixo destina-se aos intoxicados culturais que veem a pena de morte como coisa absurda, anti-cristã e "medieval", além de uma INJUSTA e DESUMANA punição, desconforme aos valores "humanísticos" (quá, quá, quá!) de nossa Civilização". p.s.2 A primeira frase dos parágrafos sexto e oitavo tem cunho interrogativo, tendo faltado apenas o sinal gráfico de interrogação (coisas do teclado). Obrigado.

Não, não, meu caro Dr. Artur, não falo da "...

Richard Smith (Consultor)

Não, não, meu caro Dr. Artur, não falo da "pena de morte" exercida pelos marcolas e pelo advogado paraense ao seu bel talante, falo da Pena de Morte exercida pela Sociedade, através do Estado, com justiça e justeza, como retribuição a certa classe de crimes que horroriza a todos nós. Também para esta, uma consulta popular apresentaria resultados desconcertantes, em que pese a cultura relativista e a ditadura do "politicamente correto". Não estamos em uma suposta democracia representativa? Como ficar insensível pois ao "clamor das ruas" de um povo bestializado com a atual situação de desgoverno, de desproteção e de achincalhe das instituições promovido por alguns poucos? O senhor como promotor não deve desconher a famosa e infame "lei-do-cão" vigente nos presídios e no meio da marginalidade. Nesta, existem certas classes de "infração" às regras (delação, desrespeito à mulher/companheira de um outro condenado, estupro de criança, idosa ou incapaz, etc.) que motivam condenação à morte, com IMEDIATA execução, inclusive por "procuração". Se os marginais optaram pela adoção de um código de "conduta" tão rigoroso, deve ser por estrito realismo e necessidade, o amigo não acha? E nós outros, podemos ser "mais realistas do que o rei". Podemos considerar todos os marginais como iguais entre sí? E como tratar as situações, coisas e pessoas desiguais? Podemos considerar o sr. marcola um "reeducando". Devemos investir na sua "ressocialização", premiando-o com benesses e concessões, justamente a fim de que ele, sensibilizado, busque avidamente "aproveitar mais essa chance"? Ou devemos vestir camisetas brancas, darmo-nos os braços e, valentemente, irmos "abraçar" o parque do Ibirapuera ou a Lagoa Rodrigo de Freitas em busca da "paz"?! Meu pai sempre dizia: "o que limita o marginal são a oportunidade e os meios". De fato, se o camarada invadir a sua casa durante uma ausencia prolongada sua, ele não vai olhar os seus três televisores e dizer: "Oh, eles tem crianças! Vou levar só a de plasma e a de 29 polegadas e deixar a de 15 para eles verem a novela!" Isso absolutamente não existe. Se ele entrou pela janela e não conseguiu abrir a porta, ela vai levar o que passar por aquela. Se conseguir abrir a porta, vai levar o uqe passar por esta e, se por um azar (seu) ele conseguir afanar aquele caminhão que está parado lá na esquina, ele vai roubar a cama do casal, a geladeira e até a pia e a privada! Simples assim. Eu complemento dizendo: "O marginal age com estrita observância do princípio do 'custo x benefício'". "Se custa mais, faço menos". No nosso País nunca a vida humana valeu (ou "custou") tão pouco. Mata-se por qualquer absurdo motivo. Isto está certo? Não existe mesmo remédio nenhum para esta situação? Hum, não creio! Os sábios dizem: "não adianta querer lutar contra a realidade". Pena de Morte sim, como é conhecida e temida pelos marginais, para determinada classe de delitos. Sem dúvida alguma! Um abraço.

Caro Richard: a pena de morte já existe, e em a...

MPMG (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Caro Richard: a pena de morte já existe, e em alguns casos até se admite tortura prévia. A resslava é que esta só se aplica aos cidadão comuns, trabalhadores, que deixam a família com o coração esmagado e na miséria.

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