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Impacto no rio Tibagi

MPF abre inquérito sobre implantação de hidrelétricas no Paraná

O Ministério Público Federal em Londrina (PR) instaurou inquérito civil público para acompanhar a avaliação ambiental na bacia do rio Tibagi, que será feita pela Empresa de Pesquisa Energética. O objetivo do estudo é avaliar o impacto ambiental de empreendimentos hidrelétricos na região e tentar prever as conseqüências socioambientais da construção de estradas e linhas de transmissão, principalmente sobre os grupos indígenas.

A bacia do rio Tibagi abrange uma área de, aproximadamente, 25 mil quilômetros quadrados, o que representa 12,5% do território paranaense, e é apontada por especialistas como uma das últimas áreas ambientais preservadas no estado.

A Empresa de Pesquisa Energética deve fornecer informações e cópias de documentos que tratam do processo de avaliação ambiental ao MPF em Londrina. Os procuradores oficiaram alguns órgãos governamentais, como o Instituto Ambiental do Paraná, o Ibama, a Agência Nacional de Energia Elétrica e o Ministério de Minas e Energia, sobre o inquérito. Estudos anteriores apontaram impactos negativos para a população indígena.

Revista Consultor Jurídico, 13 de março de 2006, 19h59

Comentários de leitores

1 comentário

Como conhecedor (e pescador) deste Rio Tibagi, ...

Hwidger Lourenço (Professor Universitário - Eleitoral)

Como conhecedor (e pescador) deste Rio Tibagi, francamente não consigo entender porque não utilizar seu podencial hidroelétrico. Energia barata e limpa. Talvez devessemos instalar uma usina nuclar por aqui. Tenho certeza que os pseudo-ambientalistas e o MPF iriam preferir....

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