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Risco à ordem

Presidente do Incor não consegue voltar ao cargo

O médico José Antonio Franchini Ramires, afastado da Presidência e do Conselho Diretor do Instituto do Coração não pode voltar ao cargo. O Tribunal de Justiça de São Paulo não acolheu recurso interposto pela defesa do médico, confirmando decisão anterior do presidente da casa, Celso Limonge.

O presidente do TJ-SP entendeu que manter Ramires no cargo poderia resultar em grave risco à ordem pública, já que o Incor é vinculado ao Conselho Deliberativo do Hospital das Clínicas e “a desarmonia instalada resultará em grave prejuízo para a população”.

A direção do hospital, ao qual o Incor está administrativamente subordinado, pediu o afastamento de Ramires sob a alegação de problemas administrativos no instituto. Também alegou irregularidades financeiras na Fundação Zerbini, que responde por contratações no Incor e que gera cerca de R$ 120 milhões por ano.

A defesa de Ramires considerou a decisão do presidente “totalmente descabida, baseada em falsas notícias produzidas pelo Hospital das Clinicas, que deverá ser condenado por litigância de má-fé”. Por isso, recorreu.

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (3/5).

Processo 131.848.0/0-00

Revista Consultor Jurídico, 3 de maio de 2006, 19h39

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