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Topo da lista

Telemar lidera ranking de empresa mais acionada em Juizado

A Telemar está topo da lista das empresas mais acionadas nos Juizados Especiais Cíveis do Rio de Janeiro. Foram ajuizadas 4.183 ações contra a companhia no mês de junho. Em seguida, está a Ampla, com 3.496, e a Vivo, com 2.367.

Já a Light ficou em quarto lugar, com 1.730 processos e o Banco Itaú em quinto, com 852. A CEG ocupou a última posição da lista das 30 empresas com mais processos nos Juizados, somando 148 ações.

Conheça o ranking

1ª Telemar 4.183

2ª Ampla 3.496

3ª Vivo 2.367

4ª Light 1.730

5ª Banco Itaú 852

6ª Claro ATL 758

7ª Banco Unibanco 643

8ª Cedae 532

9ª Banco do Brasil 504

10ª Bradesco 485

11ª Credicard 481

12ª OI TL PCS 427

13ª Fininvest 418

14ª Itaucard Adm. de Cartões de Crédito 412

15ª TIM Portale Rio Norte 408

16ª Ibicard Administradora e Promotora 407

17ª Casa Bahia 384

18ª Globex Utilidades - Ponto Frio 369

19ª Banco ABN Amro Bank 363

20ª C&A Modas 333

21ª Embratel 324

22ª Casas Sendas 229

23ª Banco HSBC Bamerindus 190

24ª Samsung 180

25ª Siemens 178

26ª Motorola 169

27ª NET/TV Cidade 167

28ª Banco Santander 153

29ª Nokia do Brasil 151

30ª CEG 148

Revista Consultor Jurídico, 7 de julho de 2006, 14h34

Comentários de leitores

3 comentários

Senhores André Mansur e Igor Moret, parabéns pe...

araujocavalcanti (Advogado Autônomo - Família)

Senhores André Mansur e Igor Moret, parabéns pelas exuberantes palavras, realmente, até quando vão continuar a cobrir o sol com a peneira? A indústria da expedição de Diploma de Burro para a população, mantida pelos órgãos públicos, lastimavelmente, não tem seus dias contados ...

Se há uma indústria do dano moral, certamente a...

ANDRE MANSUR (Advogado Associado a Escritório)

Se há uma indústria do dano moral, certamente a principal matéria prima são as práticas das grandes empresas que lesam, a todo instante, direitos básicos de pessoas comuns e assim continuarão fazendo enquanto forem leves as canetas dos juízes que, pra evitarem o enriquecimento sem causa de uma população de miseráveis, deixam de punir os infratores contumazes que muito lucram com suas práticas atabalhoadas e desprovidas de escrúpulo. Esse sim, é o verdadeiro dano à moral... andreman2@terra.com.br

Deve se começar a pensar melhor em meios de pen...

Igor M. (Outros)

Deve se começar a pensar melhor em meios de penalizar certas empresas pela insistência em cometer abusos contra o consumidor. Ao contrário disso, cada vez mais cresce a tese que o abuso parte do consumidor. Absurdo! Ora, levando em consideração que os contratos das empresas que mais obtém reclamação nos JECs e na Justiça Comum, fora Procon, são de adesão – típicos de massa –, é claro que um vício no contrato de uma pessoa estará constando em centenas ou até milhares de contratos. Ou seja: enquanto mais de quatro mil reclamam (o que não é sinônimo de vitória) na Justiça sobre um vício contratual, como fica a situação do restante que está sendo lesado mas não leva a questão à frente, que pode se chegar a mais de 20 vezes isso? Onde está a atuação dos órgãos de proteção dos direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos no caso? Onde está a fiscalização preventiva dos Procons (no Rio de Janeiro, quase desconhecida)? Onde estão as multas (que deveriam ser proibidas de serem repassadas ao preço por algum tempo, se tratando de serviços essenciais)? Cada vez é está mais claro que as empresas descobriram que não é tão ruim desrespeitar certas normas de proteção ao consumidor. Sabem que rola lucro em cima disso. E existem muitos causídicos que acreditam ainda na tão falada “industria do dano moral”... balela pura! Saudações! Igor Moret

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