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Informatização do Judiciário

Inscrições para fundo do programa Justiça sem Papel são prorrogadas

As inscrições para os interessados em apresentar projetos para concorrer aos recursos do fundo Justiça sem Papel foram prorrogadas até o dia 31 de março. As propostas podem versar sobre inovação tecnológica em softwares, hardware, capacitação, padronização da gestão das informações, criação de bancos de dados e sistemas estatísticos com foco na atividade jurisdicional.

Serão disponibilizados R$ 300 mil para um total de até cinco projetos. As práticas inscritas poderão ser na criação e desenvolvimento de idéias para a atividade jurisdicional ainda não desenvolvidas, aperfeiçoamento de projetos já implementados e difusão e multiplicação de projetos implementados, bem-sucedidos e que possam ser replicados em outros órgãos jurisdicionais do mesmo tribunal ou em outros tribunais.

O fundo, que faz parte do Projeto Justiça Sem Papel, desenvolvido pela Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas e Ministério da Justiça, com apoio da Souza Cruz, foi criado para financiar projetos pioneiros que auxiliem na informatização da Justiça brasileira em sua atividade jurisdicional.

Podem se inscrever magistrados, grupos de magistrados, tribunais e seus serventuários, entidades científicas, culturais e associações sem fins lucrativos relacionadas à administração da Justiça por intermédio do Poder Judiciário.

Revista Consultor Jurídico, 2 de março de 2005, 15h46

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