Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Sem efeito

Mesmo com nova lei, Arizona não diminui número de abortos.

Uma lei que obriga as menores a obter o consentimento dos pais ou de um juiz antes de praticar um aborto não mudou praticamente em nada o número de garotas que se submetem ao procedimento.

A lei foi aprovada em março de 2003 no Arizona, Estados Unidos, para tentar conter o expressivo número de abortos feitos por menores.

"Nós esperávamos que a lei tivesse um efeito maior", disse Christopher Mrelo, assistente de estatística do Departamento de Saúde do Arizona. "Não houve nenhuma mudança significativa".

Sem contar o mês de dezembro, o Estado registrou, apenas em garotas de 17 anos ou menos, 617 abortos no ano passado. Dessas meninas, 54 tinham menos de 15 anos. Os dados foram publicados nesta segunda-feira (23/2) pelo jornal East Valley Tribune.

Os números não são muito diferentes dos registrados em anos anteriores. Em 2002, foram registrados 705 abortos praticados por menores. Em 2001, o número foi 540.

Pela lei, as meninas que não queiram contar a seus pais estão grávidas e pretendem não ter o filho podem tentar obter uma permissão com o juiz local.

Em 2003, foram concedidas, em "Maricopa County" (condado de Maricopa), 41 autorizações para que as menores pudessem abortar. Três foram negadas. Este ano, cinco petições foram arquivadas e cinco concedidas.

Defensores anti-aborto discutem, atualmente, uma proposta que estabelece um período de espera de 24 horas para toda a mulher que procura abortar. A proposta foi aprovada na semana passada e, agora, segue para o governo do Estado. (Findlaw).

Revista Consultor Jurídico, 24 de fevereiro de 2004, 11h33

Comentários de leitores

3 comentários

Concordo 100% com o estudante Thomaz Silva. O q...

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Concordo 100% com o estudante Thomaz Silva. O que impressiona é o fato de um estudante, presumivelmente ainda jovem, demonstrar tamanha lucidez equanto os maduros homens que ocupam os altos postos do Poder, demonstram uma visão tacanha sobre o assunto. (a) Sérgio Niemeyer

O Estado gasta uma significativa parte de seu c...

Thomaz Silva (Estudante de Direito)

O Estado gasta uma significativa parte de seu capital com o sustento, estudo e cuidado de crianças abandonadas. Crianças são mal tratadas, humilhadas, ignoradas e até por vezes odiadas em certas famílias que as conceberam sem real o intuito. Crinças abandonadas, podem vir a se tornar marginais e futuramente assassinas e o Estado é obrigado a entrar mais uma vez no combate a violência juntamente com a população já afetada com tal problema. O tráfico de drogas tem por parte crescido graças a crianças que não tiveram um nível de vida que as afastasse das mesmas. Crianças abandonadas estão propícias a sofrer o desemprego e a exclusão social, quando adultas. O Estado gasta BILHÕES de reias para amenizar tais problemas. Um aborto pode ser parte da solução.

O Estado gasta uma significativa parte de seu c...

Thomaz Silva (Estudante de Direito)

O Estado gasta uma significativa parte de seu capital com o sustento, estudo e cuidado de crianças abandonadas. Crianças são mal tratadas, humilhadas, ignoradas e até por vezes odiadas em certas famílias que as conceberam sem real o intuito. Crinças abandonadas, podem vir a se tornar marginais e futuramente assassinas e o Estado é obrigado a entrar mais uma vez no combate a violência juntamente com a população já afetada com tal problema. O tráfico de drogas tem por parte crescido graças a crianças que não tiveram um nível de vida que as afastasse das mesmas. Crianças abandonadas estão propícias a sofrer o desemprego e a exclusão social, quando adultas. O Estado gasta BILHÕES

Comentários encerrados em 03/03/2004.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.