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Votação anulada

Decisão que suspendeu processo de impeachment foi intempestiva, diz Renan

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não conheceu nesta segunda-feira (9/5) a decisão monocrática do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que anulou a sessão que aprovou o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Calheiros classificou a decisão como "absolutamente intempestiva". "Deixo de conhecer o ofício da Câmara e determino a sua juntada à denúncia com esta decisão", disse.

Com a decisão, o processo segue no Senado. Renan anunciou que iria  ler as conclusões da Comissão do Impeachment, mas vários senadores pediram a palavra para apresentar questões de ordem.

Em nota à imprensa nesta segunda, o deputado Waldir Maranhão afirma que a sessão do dia 17 de abril foi nula porque os partidos fecharam questão a favor ou contra o impeachment, e muitos deles adiantaram seus votos. “Não poderiam os partidos políticos ter fechado questão ou firmado orientação para que os parlamentares votassem de um modo ou de outro, uma vez que, no caso deveriam votar de acordo com as suas convicções e livremente”, diz o texto. 

“Também considero que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por resolução, por ser o que dispõe o Regimento Interno da Câmara e o que estava originalmente previsto no processamento do impeachment do presidente Collor, tomado como paradigma pelo STF para o processamento do presente pedido de impeachment”, justifica o deputado.

Revista Consultor Jurídico, 9 de maio de 2016, 17h32

Comentários de leitores

3 comentários

Nao é que Pele tinha razão.

Luiz Fernando Vieira Caldas (Contabilista)

Foi atribuido ao Rei Pele a afirmativa de que "o brasileiro não sabe votar". Esse, Presidente interino da Camara dos Deputados, bem como a grande maioria dos chamados "representantes do povo", são provas vivas que, infelizmente, Pele tinha e continua com razão. Como esses vermes conseguem votos?

Caso exemplar de falta de decoro

DAGOBERTO LOUREIRO - ADVOGADO E PROFESSOR (Advogado Autônomo)

Pelo que se sabia o palhaço do Congresso é o Tiririca, que agora tem um excelente desempenho como parlamentar. Pelo menos, é sério. Já esse senhor que anulou a sessão que aprovou o impeachment da ex-guerrilheira neo-liberal deveria ocupar a vaga daquele no circo, pois tem talento e é muito mais engraçado.
Já se percebia, em suas manifestações anteriores, que se trata de um indigente mental, sem caráter e sem escrúpulos, pronto a lançar a imagem do País na lama.
É caso exemplar de falta de decoro. O Congresso precisa se livrar dessa gente deletéria e perniciosa.
Vade retro, Sr. Maranhão!
Dagoberto Loureiro

Veja onde chegaram

Professor Edson (Professor)

Ver o desespero dos defensores do PT no senado, deixa claro que o fim esta próximo, querem ganhar no grito e na baderna.

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