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TJ-RJ firma pacto com câmaras de mediação e arbitragem

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA) e o Internaticional Institute for Conflict & Prevention and Resolution (CPR Institute) firmaram um pacto para privilegiar a resolução consensual de conflitos ao invés da judicialização.

Com o pacto de mediação, os signatários assumem o compromisso de adotar práticas alinhadas aos métodos consensuais de solução de conflitos, tais como a conciliação e a mediação. O acordo foi firmado no último dia 27 de abril, na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro.

Segundo a corregedora-geral da Justiça do Rio, desembargadora Maria Augusta Vaz, o pacto contribuirá para desafogar o Judiciário, que hoje está assoberbado com várias demandas repetitivas. “A solução que se vislumbra é sairmos da judicialização, que representa um tempo passado, para um tempo novo da mediação, da arbitragem, da conciliação. Isso é o que esperamos”, afirmou.

O presidente do CBMA, Gustavo Schmidt, destacou a necessidade da participação da advocacia e do empresariado para o fomento das soluções de conflitos pela via extrajudicial. “Esperamos que, além das empresas e dos advogados, a sociedade como um todo venha a aderir a esse movimento de procurar a mediação no lugar da judicialização. Isso é importantíssimo para a sociedade porque agiliza a solução do conflito e faz com que a própria parte envolvida participe da solução, além de desafogar o sistema”, afirmou.

Para o presidente do CPR Institute, Olivier André, o pacto acontece em um momento onde a resolução consensual de conflitos já se mostra uma realidade em diversos países, principalmente da Europa. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.

Revista Consultor Jurídico, 5 de maio de 2015, 12h20

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