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Troca de direção

Presidente do STJ, Felix Fischer comanda sua última sessão da Corte Especial

Presidente do Superior Tribunal de Justiça, o ministro Felix Fischer dirigiu, nesta quarta-feira (20/8), sua última sessão da Corte Especial. A partir de setembro, a corte será comandado pelo ministro Francisco Falcão, eleito no fim de maio para o biênio 2014-2016.

Na sessão do colegiado, o ministro João Otávio de Noronha elogiou o 15º presidente do tribunal. “De personalidade marcante, é um dos ministros mais inteligentes da casa. Criterioso e disciplinado, administrador transparente e sempre aberto ao debate tanto nas questões de direito quanto nas de gestão do Poder Judiciário.”

Segundo Noronha, o presidente Felix Fischer encerra uma administração que deu projeção ao STJ e destacou-se por melhorar sua estrutura, com investimento no processo eletrônico. “Sem nenhum exagero, o Superior Tribunal de Justiça comemora o êxito de uma gestão indiscutivelmente participativa. Foi um acerto que dispensa a prova dos nove”, concluiu.

Sobre a efetividade do processo, Noronha apontou empenho do presidente pela aprovação do critério de relevância nos recursos especiais e sua indignação com o desvirtuamento da natureza dos tribunais superiores, ameaçados de se transformar em terceira instância.

Representando o Ministério Público Federal, a subprocuradora-geral da República Ela Wiecko de Castilho afirmou que Fischer foi coerente com todos os compromissos e objetivos assumidos em sua posse.

Ela Wiecko lembrou que, ao assumir a presidência do STJ, o ministro Fischer comprometeu-se a propiciar condições para que os ministros da casa pudessem se concentrar basicamente na tarefa maior de uniformizar a interpretação da legislação federal infraconstitucional.

Palavras gentis
O ministro Fischer agradeceu a homenagem e disse que seu período na presidência do STJ foi uma gestão compartilhada. “Se tive algum êxito nesta gestão, devo-o à atuação dos colegas, dos integrantes da corte e do vice-presidente Gilson Dipp; à cooperação institucional da corregedoria do Conselho da Justiça Federal e da direção da Enfam”, declarou.

Segundo o presidente, tudo o que foi conseguido de positivo em sua gestão contou com a ajuda dos colegas, com a atuação eficaz dos servidores e a participação sempre oportuna do Ministério Público e dos advogados que atuam na corte. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

Revista Consultor Jurídico, 21 de agosto de 2014, 15h21

Comentários de leitores

1 comentário

Renovar, sempre é bom e trás esperanças

SÉRGIO LOBO (Advogado Assalariado - Trabalhista)

Renovar é bom, julgar é a arte da justiça, só ilustrando o Sr. Min. deixou de nomear candidatos que comprovadamente foram aprovados dentro do numero de vagas e não reformou decisão mesmo o STJ tendo sedimentado que deveriam ser nomeados... excesso de proteção ao Estado...em detrimento a direito liquido e certo de cidadãos que lutaram para serem aprovados (dentro do número de vagas) e ter suas vagas garantidas e conseguiram porém tiveram seus direitos obstados por decisão prejudicial e com ausência de isonomia.

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