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Queda sutil

Em julho, 167 empresas pediram falência no país

As empresas de todo o país tiveram mais dificuldades para honrar compromissos no início deste segundo semestre, segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações. Foram solicitadas, em julho, 167 falências, ante 139, em junho. Também cresceu o número de falências decretadas, de 53 para 64, segundo noticiado pela Agência Brasil.

No acumulado de janeiro a julho, no entanto, a situação de caixa das empresas manteve a trajetória de recuperação. As falências requeridas caíram de 1.116, em igual período de 2010, para 1.044. O número também é inferior ao do acumulado de 2009 (1.385).

Do total de pedidos feitos nos primeiros sete meses deste ano, 694 se referem a micro e pequenas empresas, 226 são de médias e 124 de grande porte.

Na mesma base de comparação, também é menor o número de falências decretadas, com 378 processos ante 450. A maioria (340) é de micro e pequena empresa. Em seguida, vêm as médias (25) e as grandes (13).

Os economistas da Serasa Experian observaram que, nos sete primeiros meses do ano passado, "as empresas ainda tinham problemas na busca por crédito, em decorrência da crise global". Em nota, eles destacam que a demanda por crédito foi regularizada mesmo diante dos efeitos da política monetária restritiva, para o controle da inflação.

Na avaliação dos economistas, a piora em julho se deve às medidas de contenção inflacionária com a elevação da taxa básica de juros, a Selic, e restrições ao crédito, assim como à gradual redução no ritmo de crescimento da economia.

Revista Consultor Jurídico, 8 de agosto de 2011, 19h43

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