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Metas do Judiciário

Magistrados paulistas fazem curso de administração

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Cinquenta magistrados estão inscritos no curso de administração judiciária para juízes e desembargadores federais, que a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados faz, nos próximos dias 20 e 21 de maio, em São Paulo. O curso é o primeiro de uma série elaborada pela Enfam, em cumprimento à Meta 8 do Judiciário.

O curso será presencial, terá carga de 20 horas-aula e será focado em gestão cartorária. As aulas serão ministradas pelo juiz Roberto Bacellar e o desembargador Marcos Alaor Granjeia, colaboradores da Enfam, responsáveis pela elaboração dos conteúdos que serão utilizados nos demais cursos para juízes de todo o país. Os instrutores darão uma visão geral da administração judiciária e falarão sobre planejamento estratégico para cartório, abordando as causas gerenciais da morosidade na prestação jurisdicional.

O objetivo deste primeiro curso é fazer com que os participantes elaborem um planejamento estratégico para as respectivas unidades judiciárias. No curso completo, à distância, o conteúdo prevê ainda os módulos de gestão de pessoas e financeiro-orçamentária. A abertura do curso, na sede da Escola de Magistrados da Justiça Federal da 3ª Região (Emag), será às 9h desta quinta-feira (20/5), com a participação do diretor-geral Enfam, ministro Felix Fischer.

Meta 8
Estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça em fevereiro último, a meta consiste em capacitar, até o final do ano, 50% dos magistrados do país em administração judiciária (cerca de 7 mil juízes). O conteúdo do curso foi elaborado por colaboradores da Enfam e encontra-se em fase de transposição para o formato de Ensino a Distância (EaD). Seguindo diretriz do próprio CNJ, cerca de 85% dos estudos relacionados à administração judiciária serão oferecidos por meio de EaD.

A Meta 8 integra o conjunto de dez metas para o Judiciário em 2010. Ao eleger a administração judiciária como tema prioritário, o CNJ, em conjunto com os presidentes dos 91 tribunais brasileiros, levou em consideração estudos que demonstram que a falta de gestão e a má administração de recursos pelos tribunais são algumas das principais causas da morosidade na Justiça brasileira.

 é correspondente da Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 18 de maio de 2010, 9h55

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