Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Equívoco na planilha

Cespe reintegra 400 candidatos a concurso

O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe) manteve, no Concurso Público de Procurador Federal de segunda categoria, 400 candidatos aprovados e que tinham sido eliminados por não ter apresentado o requerimento de inscrição definitiva. O Cespe concluiu que houve um equívoco na planilha que deveria ser preenchida no momento da entrega da documentação exigida.

O quadro de recebimento de documentos não continha, no campo relativo ao requerimento de inscrição definitiva, a opção de marcação de entrega com "sim" ou "não". Essa situação induziu os candidatos ao erro, o que justificou o indeferimento de centenas de pedidos de inscrição, para prosseguimento no concurso.

A Advocacia Geral da União enviou um pedido para que o Cespe revisse a decisão, conforme pedido de diversos candidatos. Nessa sexta-feira (14/5), o Cespe encaminhou resposta à AGU declarando que "todos os candidatos que porventura tenham sido eliminados do concurso pelo fato de não terem apresentado expressamente o requerimento de suas inscrições definitivas no concurso, desde que tenham apresentado os demais documentos exigidos, serão reincluídos no certame".

O Concurso de Procurador Federal de segunda categoria teve 24.117 inscritos. Destes, 18.181 fizeram as provas objetivas e discursivas. Até essa fase foram aprovados 1.008 candidatos. Após análise dos pedidos, o Cespe negou 400 deles, alegando a ausência do requerimento de inscrição definitiva. Centenas de candidatos não se conformaram com o resultado e apresentaram diversos requerimentos à Procuradoria-Geral Federal e à Ouvidoria-Geral da AGU. Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.

Revista Consultor Jurídico, 15 de maio de 2010, 5h01

Comentários de leitores

1 comentário

INEPCIA REITERADA

Raul Haidar (Advogado Autônomo)

Consta que essa entidade foi a mesma que promoveu recente exame da OAB, onde teriam vasado questões na segunda fase. Também teria sido ela que fez outro concurso, mais recente, da Caixa Economica Federal, onde informações erradas ou incompletas sobre o local da prova impediram que muitos candidatos a fizessem. Quanto ao vasamento de questões, o fato está sendo apurado pela Policia Federal, o que não pode ficar sem rigoroso acompanhamento da OAB Federal. Os prejudicados pelos erros no concurso da Caixa devem prestar nova prova, mas com prejuizos que alguém deveria reparar, pois há casos de pessoas que tiveram que viajar para fazer as provas e não as fizeram em decorrencia do erro de informação. Pelo que sei essa entidade tem vinculações com a Universidade de Brasilia e tais vínculos ao que tudo indica não favorecem a qualidade dos seus serviços.Esta nova notícia é preocupante, sugerindo que a OAB deveria procurar outra parceria para os exames de ordem, pois está presente a chamada INEPCIA REITERADA.

Comentários encerrados em 23/05/2010.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.