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Erro caro

Homem inocente preso por 23 anos é libertado nos Estados Unidos

Um homem inocente que estava na fila de execuções da pena de morte, em Nashville, no estado do Tennessee, foi libertado após 23 anos atrás das grades. Uma pessoa não identificada pagou a fiança. O valor também não foi revelado. As informações são do site Findlaw.

Paul House, de 46 anos de idade, foi acusado em 1985 pelo assassinato de Carolyn Muncey. Mas, em 2006, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que ele não poderia ter sido condenado. Motivo: surgiram exames de DNA revelando que ele não era o assassino. Mesmo assim, era necessário pagar a fiança para sair da prisão como prevê a lei estadual.

House sofre de esclerose múltipla e já não pode andar. Estima-se que, após um novo julgamento, sua família ajuíze ação civil milionária contra o estado do Tennessee.

Revista Consultor Jurídico, 3 de julho de 2008, 1h00

Comentários de leitores

6 comentários

E ainda tem gente por aqui que cita a justiça e...

Comentarista (Outros)

E ainda tem gente por aqui que cita a justiça estadunidense como "exemplo"...

Errare humanus est! A questão é que não podemo...

Leitor1 (Outros)

Errare humanus est! A questão é que não podemos persistir no erro, tão logo constatado. Processo penal é crença; é fé. Acredita-se na palavra da testemunha; ou que os documentos não foram contrafeitos... Como demonstrar a verdade? No Brasil, temos o mal vezo de confundir instituições com seus componentes, criando verdadeiros 'campos de força'. O problema do erro não é sua ocorrência. É a responsabilização dos servidores envolvidos, desde que demonstrada incúria ou má-fé.

Agora tem gente que vem com "errar" é humano? S...

Olho clínico (Outros)

Agora tem gente que vem com "errar" é humano? Se fosse aqui, iam EXECRAR as instituições...

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