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12 julho 2007

Para o acordo

TJ paulista faz mutirão de conciliação em Juizado Especial

O Tribunal de Justiça de São Paulo promove, na próxima sexta-feira (13/7), um mutirão de conciliação no Juizado Especial Cível do Fórum Regional de Pinheiros. Estão marcadas 104 audiências, das 8h às 13h.

As audiências são de processos em andamento no Juizado, indicados pelas próprias partes em uma reunião com a Corregedoria Geral de Justiça. Entre as 19 empresas participantes estão a Eletropaulo, Sabesp, Claro, TIM, Telefônica, Bradesco, Santander, Unibanco, Itaú e financeiras.

Se houver conciliação, o acordo será homologado na hora pelo juiz, o que põe fim ao conflito de maneira definitiva. A homologação exclui a possibilidade de recurso.

A responsável pelo Juizado Especial Cível é juíza corregedora Laura Mota Lima de Oliveira Macedo. A unidade conta com cerca de 14 mil processos em andamento e costuma realizar uma média 30 audiências por dia.

Revista Consultor Jurídico, 12 de julho de 2007

Comentários

Comentários de leitores: 1 comentário

2/08/2008 11:07 Carlos (Advogado Sócio de Escritório)
INFELIZMENTE tem juizes, se é que podemos chama...
INFELIZMENTE tem juizes, se é que podemos chamar assim, que pensam que qto maior o valor da condenação, mais ações eles terão. É JUSTAMENTE O CONTRÁRIO. VIDE LEI CIDADE LIMPA. MULTA DE 10 MIL. A LEI PEGOU OU NÃO?RSS Acordo/conciliação, é o ato onde o lesador é beneficiado e o lesado leva o prejuízo pois nunca acaba recebendo o justo. De nada adianta fazerem mutirões se, juízes, com teses IRRESPONSÁVEIS, continuam condenando certos bancos ou empresas rés contumazes, a pagarem valores irrisórios em ações de indenização. É O FAMOSO "ENXUGA GÊLO". Aqui em SP, em razão de juízes que são do "não se pode condenar em valores elevados pq estimularia uma corrida ao Poder Judiciário por parte dos que FORAM LESADOS...". É, existe muito juiz que pensa assim (este para mim só tem o cargo de juiz, mas a essência de se fazer justiça passa longe da função que detém). E acabam por condenarem as bilionárias empresas a pagarem 1 mil aqui, 5 mil ali e por aí vai. Desse jeito, os multirões continuarão, as condenações pífias serão aplicadas pelos tais juízes com teses irresponsáveis (aliás é o contrário, qto mais baixa a condenação, mais estimula a empresa a lesar novamente e mais ações terão o judiciário) e as empresas bilionárias agradecerão. POderia haver uma corrente dentro do judiciário "JUÍZES EM PROL DAS EMPRESAS LESADORAS E CONTRA O LESADO". É, pq. aquele juiz que aplica ESMOLA na condenação pensa conforme o lema acima exposto. Claro que ele, o juiz não vai assumir ou reconhecer o seu ato pernicioso, massss Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br

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