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2 fevereiro 2007
Morte do coronel
Acusada de matar coronel Ubiratan será interrogada na segunda
A advogada Carla Cepollina, acusada de matar o coronel Ubiratan Guimarães, será interrogada na segunda-feira (5/2) no Fórum Criminal da Barra Funda, na capital paulista. O coronel foi assassinado no dia 10 de setembro de 2006, em seu apartamento nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. A informação é da Agência Estado.
Cepollina responde a processo por homicídio duplamente qualificado, com motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima. De acordo com o Ministério Público, o assassinato teria sido praticado por vingança porque a advogada percebeu que seu relacionamento com o ex-deputado Ubiratan Guimarães estava em decadência.
O crime
Comandante da operação conhecida como massacre do Carandiru, que resultou na morte de 111 presos em 1992, Ubiratan foi baleado em seu apartamento, nos Jardins (zona oeste de São Paulo). O corpo foi encontrado enrolado em uma toalha. Segundo a Polícia, o coronel foi morto com um tiro de uma de suas armas — um revólver calibre 38 que não foi encontrado no local do crime. Ubiratan era deputado estadual e candidato à reeleição.
Revista Consultor Jurídico, 2 de fevereiro de 2007
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