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Concurso público

Advogado é preso por fazer prova no lugar de outro

Policiais federais prenderam, em flagrante, no domingo (24/4), em São Luís (Maranhão), o advogado da União Paulstein Aureliano de Almeida. Ele fazia prova do concurso do Tribunal de Justiça do estado com carteira de identidade falsa. O advogado foi preso no Colégio Cintra, quando se fazia passar pelo candidato José Arimatéia Santos.

Segundo a Polícia Federal, o advogado informou que a carteira de identidade falsa foi providenciada pelo candidato e enviada pelo correio até sua casa. Com o documento, ele viajou até São Luís e fez a prova no lugar de Arimatéia Santos. A informação é do site Espaço Vital.

Paulstein Aureliano de Almeida foi indiciado nos artigos 299 (falsidade ideológica) c/c 304 (uso de documentos falsos) do Código Penal. O advogado está recolhido no quartel do Corpo de Bombeiros de São Luís a disposição da Justiça. O concurso é referente aos cargos de nível fundamental, superior e oficial de Justiça. Dos 36.147 candidatos inscritos em São Luís e no interior do estado, 4.802 deixaram de comparecer aos locais de provas.

Revista Consultor Jurídico, 27 de abril de 2005, 17h41

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