Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Sem fim

Servidores do Judiciário paulista decidem continuar em greve

Os servidores do Judiciário de São Paulo continuarão em greve. A decisão foi tomada no fim da tarde desta quarta-feira (22/9) em assembléia convocada para discutir a oferta feita pelo Tribunal de Justiça. Segundo as lideranças, “o Tribunal não fez propostas, só retaliações”.

Nesta terça-feira, o Plenário do TJ-SP referendou proposta para elevar em 14,58%, em média, os salários dos funcionários. Decidiu também não cortar o ponto dos grevistas em troca da volta ao trabalho e de mutirões para desafogar a Justiça. Segundo os grevistas, no entanto, a reposição deveria ser de 17,43%.

O TJ também deu ultimato aos servidores, parados há 86 dias. De acordo com o Plenário, a recusa à proposta vai implicar em endurecimento do Tribunal, com o desconto dos salários daqueles que continuarem parados e abertura de processo disciplinar administrativo para demitir os grevistas por abandono de emprego.

A greve já é a maior da história do Judiciário paulista. A paralisação impediu o trâmite de cerca de 12 milhões de processos, só na primeira instância.

Segundo Mário Oliveira Filho, presidente da Comissão de Prerrogativas da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, "a orientação da greve não é mais uma questão salarial, de reajuste, se tornou uma questão política". Para ele, com a decisão de manter o movimento, os servidores partiram para o enfrentamento.

Revista Consultor Jurídico, 22 de setembro de 2004, 18h21

Comentários de leitores

153 comentários

CARA DRA. KATIA MURRO: Aconselho-a a voltar ...

Edi ()

CARA DRA. KATIA MURRO: Aconselho-a a voltar a estudar Português, pois se a nobre Dra. "emparelha" seu péssimo vocabulário num "dispacho", que dirá , numa petição inteira? Qto a petições demorar 03 meses para "serem" juntada aos autos...deve estar explicado o motivo pelo qual entende que a greve não será julgada legal só por ser antipática a vários setores da sociedade. Risos. Lamentável sua ignorância, sofrível seu Português. Volte a escola. Ah, nem precisa agradecer. A_Analista (Escrevente -Brag.Pta-SP)

KATIA MURRO(Advogada - Osasco-SP) - 24/09/2004 ...

katia Regina Murro ()

KATIA MURRO(Advogada - Osasco-SP) - 24/09/2004 Estamos enfrentando um momento muito peculiar; nunca vivido no país. Embora reconheça a legitimidade das reclamações dos serventuários da justiça, não posso emparelhar-me a eles. A greve é antipática frente a todos os setores da sociedade e só por isso tem grande chance não ser vitoriosa.Também não acho que deva existir animosidade ente os advogados e os grevistas. Penso que a eles cabe a missão de desempenhar suas funções com eficiência e a cordialidade que se exige do "homem médido", assim como aos advogados, do mesmo modo. Observo que os advogados não precisam de " favores" dos cartorários, precisam de eficiência. Os cartorários, por sua vez precisam de advogados preparados e que saibam, no mínimo, interpretar um dispacho, exigir o cumprimento da lei e usar os recursos que estão à disposição para apurar responsabilidades quando petições são extraviadas, quando petições demoram até 3 (três) meses para serem juntadas aos autos, quando passam até 1 (uma hora em uma fila para ter vistas dos autos, em cartório. Obrigada.

Xiiii falei que não voltava mais nesse site por...

Fabiano ()

Xiiii falei que não voltava mais nesse site porque os comentários não levam a lugar nenhum, ou seja, nem para o fim da greve ou alguma idéia para agilizar o funcionamento da Justiça, pelo jeito continua a mesma coisa. O trinchão do viagra continua por ai (hehehe) O Observador desatento também. O Robson louco para ingressar no funcionalismo público pela porta do fundo porque não tem capacidade para passar em um concurso. Eita agora tem até uma doutora com seus comentários construtivos. O que eu posso falar para ela é VÁ DI RETRO SATANÁS. Agora é sério não volta mais nesse site. FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 30/09/2004.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.