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Coluna do Rio

Perícia mostra que incêndio do TRT-RJ foi criminoso

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O incêndio que destruiu dois andares do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, em fevereiro, foi criminoso. A conclusão é de peritos da Polícia Federal e do Corpo de Bombeiros.

As primeiras informações sobre o resultado da perícia do incêndio do prédio do TRT-RJ foram consideradas preocupantes pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Francisco Fausto.

O prédio do TRT-RJ transformou em cinzas cerca de 11 mil processos prejudicando 100 mil pessoas, segundo levantamento do Tribunal Superior do Trabalho. Um dos processos destruídos é referente a dívida trabalhista de aproximadamente R$ 150 milhões de um supermercado.

Outro nome no PSDB

Em palestra na Escola de Comando do Estado Maior do Rio de Janeiro, o advogado paulista Ives Gandra Martins assegurou aos oficiais que José Serra vai desistir de sua candidatura até agosto.

O advogado defende um novo nome para representar o PSDB. A intenção é evitar que o país seja governado por Lula.

Reintegração na Varig

Cinco pilotos da Varig obtiveram liminar na Justiça do Rio para serem reintegrados ao quadro de funcionários da companhia. Eles foram demitidos, no início do ano, depois de participarem de um movimento da Associação dos Pilotos da Varig, que tem causado atrasos nos vôos da empresa. A Varig promete recorrer.

Na cara da DP

O presidente da 11ª Câmara Cível do TJ-RJ, desembargador Luiz Eduardo Rabello, estava em companhia de sua mulher, a médica Cláudia Rabello, esperando o sinal abrir no Posto 6, em Cobacabana, quando duas pessoas se aproximaram armadas e bateram com o cano do revólver no vidro do automóvel. Exigiram que ele passasse o relógio, o celular e a bolsa da mulher.

O curioso é que há cerca de 50 metros de distância fica a 13ª Delegacia de Polícia. Como cidadão comum não conseguiu ser atendido na delegacia. Somente foi atendido depois de informar que era um desembargador. Ele acionou a coordenadoria militar do TJ-RJ, que foi ao local e prendeu os dois assaltantes. Os produtos do roubo foram devolvidos.

Quer mais dólares

Os 40 mil dólares que levou de indenização por ter sido demitido sem justa causa não fizeram passar a sede de reparação de Lisa Agbalaya, ex-funcionária de James Brown. Ela ganhou a causa em fevereiro, mas está entrando na Justiça de Los Angeles para exigir também indenização por assédio sexual.

O pedido de Lisa é de US$ 2 milhões. Ela alega que foi demitida, após anos de trabalho no escritório do cantor, por não ter se sujeitado às abordagens sexuais do patrão.

 é editor da revista Consultor Jurídico no Rio de Janeiro

Revista Consultor Jurídico, 14 de maio de 2002, 9h35

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